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A nova linha da Lolitta: NUD

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Street Style: Istambul!

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Gata garota: creme poderoso

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2 jeitos de usar jeans

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06fev

Ando recebendo muitos emails perguntando o que acho dessa história de cópia de bolsas, sapatos, acessórios, enfim, de objetos de desejo – normalmente caros – que ganham versões tupiniquins em todos os materiais e cores – só não mudam a forma, né? Hehe

Eu não tinha escrito nada porque nessa correria dessa vida ainda não tinha parado para pensar a respeito. Atitude bem das bobas. Consumir (ou, no meu caso de blogueira) escrever sem pensar, pode gerar faturas altíssimas no cartão de crédito, brigas matrimoniais, roupa parada no armário e, o pior delas: falta de opinião.

Cheguei a conclusão de que o problema não é consumir (ou produzir) a cópia. O tchan da questão é: por que  consumo? Porque realmente acho aquilo bonito ou porque alguém disse que aquilo é desejável? Imagina só: uma grande marca, tipo Chanel, Balenciaga, Dior e companhia, está aí há anos. Lança produtos, faz megashows de desfiles de moda nas cidades mais badaladas, veste pessoas famosas, vende peças caríssimas… É meio que inevitável que uma opinião se forme em torno daquilo e, geralmente, ela é positiva. Na maioria das vezes, quando uma bolsa Chanel de matelassê com fecho 2.55 é vendida na Rua Cambon, em Paris, aquilo está muito mais ligado ao universo criado pela Chanel do que ao universo daquela compradora. Afinal, a pessoa não está comprando só uma bolsa. Está comprando uma garantia. Na teoria, aquela peça já foi pré-aprovada no quesito beleza (e status, claro). Se você usar, vai ter a certeza de que estará bem vestida.

Mas o que isso tem a ver com as copias? Peraí que eu chego lá.

Acho que se uma marca produz algo, é porque ela pensa que alguém vai comprar. Logo, o poder estaria muito mais nas mãos do consumidor do que da loja em si, não? Bem parecido com aquela história de fast fashion que já conversamos aqui… E eu acho isso uma coisa muito linda. Oferta não falta. Não somos obrigadas a consumir nada. Ninguém faz o Jigsaw (sim, assisti jogos mortais ontem hahaha) e ameaça explodir nossos corpinhos se não passarmos o cartão de crédito. E toda essa história, no final das contas, é muito válida porque coloca a gente pra pensar. Eu mesma ando me perguntando se estou consumindo porque acho a peça harmônica/interessante, ou porque estou condicionada a compra-la. Refinar o olhar é importante. Ter opinião a respeito da beleza de uma roupa, mais ainda. Se isso passa a ser o nosso medidor, não importa a grife, a estação, o estilista ou a rua em que é ela vendida: aquela moda nos pertence, e faz sentido exatamente do jeitinho que ela é.

Festival de Cannes de 1956: Brigitte Bardot visitando o atelier de Pablo Picasso. Aprendendo com o mestre, né?

Este post tem (50 comentários)

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  1. #1 - Thálassa Coutinho disse: 06/02/2011 às 20h41

    Certíssima! Muitas vezes as pessoas compram um conceito, ou por por aquele produto ser taxado de “it”, “must have” e sei lá mais o quê, mas quase nunca porque aquilo é essencial para a sua vida ou “casa” bem com a maioria das peças que se tem no guarda roupa. Por isso muitas inspireds por aí não me enchem os olhos, nem mesmo a famigerada 2.55. É preciso sim, ter olhar apurado para não se entristecer com a fatura do cartão e ver a peça parada ali em um canto qualquer. =)

  2. #2 - Paula Duana disse: 06/02/2011 às 20h49

    Concordo plenamente com você Helo, parabéns pela sua opinião! Beijão

  3. #3 - Deise Gomes disse: 06/02/2011 às 20h49

    Helooo Gomes – sou eu, sua xarááá de novoo…hehe

    Vamos ao assunto do post… Essa história de “cópias” rendeu e ainda está rendendo demais né?
    Como vc disse, temos que parar pra pensar se o objeto em questão que está sendo vendido tem mesmo o nosso jeito e se as “cópias” não nos agride de alguma forma, porque não adianta comprar uma bolsa inspired e ficar com aquela dorzinha na conscîência depoís.
    Sempre que vejo uma coisa bonita em um blog ou então em uma loja, me pergunto: eu usaria mesmo? Tem o meu estilo? Se não, pode estar super em alta, pode ser até barato, pode ser de tal marca, que eu passo… Acho que não podemos fugir daquilo que somos de vdd.

    http://www.smooch.com.br
    @deisedgomes

  4. #4 - Eulalia disse: 06/02/2011 às 20h55

    Eu acho que mesmo que a gente goste do blog, ou do produto, temos que ter em mente algo muito importante que é o bom senso, muitas vezes o que combina pra vc, não combina comigo, então vou comprar pra que????
    Então, acho importante a gente saber do produto, se é bom ou ruim, se cheira bem ou não e realmente pensar se precisa mesmo ou não.
    Adorei o post, muito oportuno e conscientizador!
    Beijinhos
    Eulalia
    http://www.papodemeninas.com

  5. #5 - Francine Garbelotti disse: 06/02/2011 às 20h58

    Nossa Helô!
    Vc escreve muitissimo bem suas opiniões são coerentes e bem formuladas! Parabéns!!!!

  6. #6 - Fabiana Tomazzelli - Blog da Fabiana disse: 06/02/2011 às 21h13

    Eu vou dar a minha sincera opinião, mesmo podendo ser criticada. Acho o seguinte: quando vejo algo que gostei muito como é o caso do sapato Valentino, eu queria muito ter mas não cabe no meu bolso. Eu não compraria a cópia, pq acho que o “barato” é vc ter aquele produto original, pq ele vira objeto de desejo. Mas digo com toda franqueza que queria pq gostei mesmo e não pq todas as mocinhas fashionistas estão usando, até mesmo pq eu n sou fashionista, só uso aquilo que realmente fica bem em mim.
    Aparecem certas modas e tendências que n me pegam mesmo, como foi com a onda dos clogs, sem chance de eu ter um no meu armário.
    A gente luta tanto contra a pirataria e acho q isso acaba se tornando pq é igualzinho, se fosse só parecido tudo bem, como é o caso das bolsas onde o material usado era o moletom, ou seja, totalmente diferente do original.
    Espero não estar sendo muito radical.
    Bjinhos

  7. #7 - Nuclick disse: 06/02/2011 às 21h21

    adorei o assunto, mais acho que ficou subtendido! ;) )
    todo mundo quer estar no algi da moda, vestir a marca da moda, lugar da moda e o poder aquisitivo da grande maioria nem sempre consegui almejar isso. é meio complicado..

  8. #8 - Dayane Cruz disse: 06/02/2011 às 21h43

    Oi, Helo…super achei digna a sua opinião a respeito disso!
    Também postei isso no meu blog (http://everborys.blogspot.com/2011/01/284-x-hermes.html )e tive muito retorno pelo twitter.
    As pessoas concordaram comigo!!!Não sei pq tanta gente ficou enconformada com o fato da 284, fazer inspired.Tem moda pra todo mundo, os incomodados que não comprem…ora essa!!!
    Super beijooo

    http://everborys.blogspot.com

  9. #9 - Anne Raysa disse: 06/02/2011 às 22h18

    Oi Helô!
    Eu até fiz um post sobre essa história de inspired x cópias, ó: http://modaemarketing.wordpress.com/2011/02/03/inspired-democracia-ou-plagio/

    Mas comentando o seu post: eu acho que a questão status não é motivo para consumir uma cópia. Uma mulher pode desejar loucamente uma Chanel 2.55, dua a beleza e status, mas uma cópia nunca poderá “suprir” esse desejo. Uma vez que é a cópia, e não a Chanel, entende? O que cria o desejo, neste caso, é a marca, é o clássico da bolsa, é você poder dizer: “Wow, eu tenho uma Chanel 2.55″, e não “Wow, eu tenho uma cópia de material inferior de uma Chanel 2.55″…

    É uma questão complicada mesmo, mas acho que é digno de uma discussão (até antropológica) do assunto. Moda, independente de original ou cópia, tem que existir pra gente questionar, analisar, avaliar e daí sim, discutir.

    Mesmo assim, adorei seu post. Seu ponto de vista, mesmo que diferente do meu, me fez pensar ainda mais. Adoro o Sanduba, sempre tem posts inteligentes =D

  10. #10 - Lorenna disse: 06/02/2011 às 22h50

    Olhaa…. eu não sou mto de postar comentários, mas sempre estou por aqui e ali, nos blogs…
    Mas eu gostei mto do seu blog, vc entende bem do assunto moda…
    então… eh bem verdade isso…
    a moda tá aí, mas vc tem q saber o q combina com vc e o que te atrai!
    Eu falo sempre… que bom q isso tá na moda, assim a gente pode comprar, pq qdo não tá na moda ou não é uma tendencia, vc nao encontra nunca pra comprar…
    Então, sendo cópia ou não o que importa é se combina com seu estilo, se vc se sente bem com a peça…
    beijosss
    Lorenna

  11. #11 - NomeJuliana disse: 06/02/2011 às 23h20

    Oi Helo!Concordo com quase tudo q falou,parabéns pela forma de se expressar,porém vou levantar uma questão !Acho q inspired pode e deve ser usada por quem se sente bem com tal….Porém já pararam pra pensar o q a coco chanel passou pra poder lançar sua marca?Ate fome e frio!Outra coisa,o desenho,a inspiração e a qualidade da peca pertencem a marca!Estou dando exemplo da Chanel mas inclua aí todas as outras…Cada um com sua história de ascensão e dedicação para o sucesso final!Poxa não existem direitos autorais,remédios q salvam vidas! Patenteados!Portanto respeito ao design e a qualidade acho sim q deveriam existir!Não de quem usa mas de quem fabrica!Sei q não Sao copias,pirataria,etc e tal!Já imaginou Se alguém se “inspired” em uma ideia ou desenho seu(copia)Ah e não estou falando diretamente pra vc viu Helo!Pra todas q comentaram…Acho q história e autoria Sao mais importantes q qualquer fashionismo!RsrsrsAdoro seu blog!Parabéns!Ju

  12. #12 - Graciana disse: 06/02/2011 às 23h44

    Oi Helô..adoro seu blog…essa história de cópia é um assunto complicado!! mas penso que melhor ter um ítem (com boa qualidade) adequado à minha realidade, do que desfilar com uma cópia de grife que não condiz com os lugares que frequento e com a realidade em que vivo. É claro que certos momentos mais vale um gosto do que dinheiro no bolso! É uma questão de bom senso e ponderação. bjs

  13. #13 - Lissa disse: 07/02/2011 às 00h17

    Helô,
    Essa visão não deixa de estar correta; ao mesmo tempo em que não deixa de estar incorreta – ou melhor, incompleta. É um ponto de vista quase romântico, mas, sobretudo, parcial.
    De fato é válida a democratização de “desejos”, digamos assim, o que é ótimo para o lado do consumidor; mas e quanto ao outro lado, a marca/designer que não apenas criou a peça (nem entrarei na questão de direitos autorais), mas, acima de tudo, construiu e validou sua marca propriamente dita que é o que, no final das contas, gerou o desejo de consumo de determinado produto?
    As pessoas hoje não querem possuir uma Birkin, inspired que seja, por simples amor ao modelo. As pessoas querem carregá-la em seus braços por tudo o que ela representa (valores esses intangíveis, e muitas vezes inconscientes a esses consumidores). E é esse o bem maior que uma marca tem – e que foi arduamente construído por ela ao longo dos anos, através de muitas estratégias e milhões investidos no processo.
    Portanto, quando uma marca “reproduz” uma dessas peças num outro material, ela não está apenas se apoderando de um “modelo específico” que, diga-se de passagem, nem pode ser protegido por lei, mas, sim, de todo o trabalho de branding dessa marca original, que é através da promoção de seus valores e conceitos que vende essas e outras peças, ora chamadas de bolsas, ora de roupas, sapatos, ou o q quer q seja q elas ofertem…

    Mas a marca de luxo vai sofrer com isso? Não, pois o consumidor que compra uma inspired não é seu público consumidor, muito menos seu alvo; mas, nem por isso, deixa de ser uma violação de seus direitos e feitos.
    Os consumidores não estão errados em consumi-las, as marcas (que se “inspiram”) é que são oportunistas.

    • #14 - Joana disse: 09/02/2011 às 18h59

      Oi Helo!
      Bem, primeiramente quero parabenizar a Helo pelo post. Super apropriado!
      Segundo, quero dizer que achei o comentário da Lissa digníssimo. Só não concordo quando ela diz que a marca de luxo não sai prejudicada nessa história. Ela sai sim, pois uma vez que o público alvo da marca percebe que ela é muito copiada, ele migra para outra que ainda chegou a esse ponto. As vezes o cliente se mantêm fiel a marca, consumindo outros produtos, mas muitas vezes não. Quantas vezes vc não ouviu alguém que consome produto de luxo dizendo: “com essa onda de cópias, deixei de usar produto tal, quando as pessoas (a massa) deixarem de usar, pode ser que eu volte a usar o meu.”
      Além disso, acho bizarro uma marca ter a cara de copiar outra, pois isso só mostra o quanto a equipe de estilo/marketing da marca é fraco. Será que eles não tem criatividade/competência o suficiente para imprimir o seu próprio estilo em seus produtos?
      Enfim, acho que esse é um tema que gera e ainda vai gerar muita polêmica, até que haja uma real mudança de mentalidade da sociedade.
      Parabéns mais uma vez.
      Beijos
      Joana
      http://www.guideparlabeaute.blogspot.com/

  14. #15 - Camila Barreto disse: 07/02/2011 às 07h34

    Muito informativo o post. No mundo em que vivemos, a informação em geral(boa ou má) está cada vez mais veloz e acessível a todos, e as ‘inspireds’, corretas ou não, nos fazem sonhar um pouco mais, ter algo que desejamos mesmo sendo só parecido! bjs

  15. #16 - Geisa Abrahão disse: 07/02/2011 às 08h48

    Oie Helô…faz tempo que leio o blog, mas este é meu primeiro coment.
    Parabéns pelo post!!! concordo com você…o importante é estar bem!

    Bjus

    http://www.imagemnaria.blogspot.com

  16. #17 - Rogéria disse: 07/02/2011 às 09h07

    Mais uma vez adorei o texto!
    E a finalizada com uma foto de Picasso, foi demais!!!
    Bj

  17. #18 - Eliana C. Oliveira Mafra disse: 07/02/2011 às 09h17

    Oi Helozita!!!
    Concordo com vc, creio que todos nós, tanto mulher como homem, devem comprar aquilo que satisfaz os seus desejos, se o desejo é comprar a Chanel 2,55 original e teem se a possibilidade de realizar esse desejo, muito bem, que invista, caso contrário, pode-se satisfazer com as inspireds mesmo!
    Eu particularmente, não sou ligada em marcas, uso, mas assim, quando vejo na vitrine e tipo “Amei de paixão” aí invisto, sem me preocupar com o preço, mas caso contrário, tenho opção pelo produto de boa a ótima qualidade, mas sem a necessidade de ser uma marca tão Glamurosa!!!
    Que todos sejamos felizes com aquilo que realmente nos satisfaz!!!
    Beijinhoooooosssss

  18. #19 - Verônica Cristina disse: 07/02/2011 às 09h33

    Oi Helo!

    Parabéns pelo texto.

    Pra quem é da turma que consome, http://www.tripliceboutique.blogspot.com
    “Balenciaga Motorcycle Inspired” “Celine Classic Box Inspired” e “Alexa Mulberry Inspired” a preços mui amigos”.

    Beijos
    Verônica

  19. #20 - Nellyann Carneiro de Assis disse: 07/02/2011 às 09h55

    Só tem tb um detalhe q ninguém lembra ou comenta… As originais tb estão se inspirando em algo ou alguém gente… As grandes grifes tb se “inspiram” no que tá rolando na rua, em pequenos artesãos, relançam peças antigas de outras marcas, etc. Às vezes só mudam a cor ou o material de algo que já existe… Ou seja, é meio que uma via de mão dupla…

    Claro que é incontestável a qualidade das grandes grifes, mas uma coisa é certa: se tem pirataria é pq muuuuuita gente consome; e até às vezes (por incrível q pareça) sem saber que é uma cópia de A, B ou C. Eu mesmo já comprei várias coisas em lojas de departamento e pequenas lojas de rua sem saber q tal modelo era “inspiração” de uma grande marca, comprei pq gostei e iria usar. Nem sempre no dia a dia todos estamos ligados na moda, a não ser quem curte muuuito e vive no meio sabe de tudo q tá rolando. Não costumo comprar algo q não vou usar só pq tá na moda, mas claro que moda é divertido, é uma forma de comunicação, de identificação… Eu mesma tou viciada em blogs de moda q até pouco tempo atrás eu nem me ligava tanto…

    Parabéns pelo seu sanduíche de algodão! É uma delícia!

    Bjão procê Helô ^^

  20. #21 - Camila disse: 07/02/2011 às 10h10

    Oi Helô, sou da opinião de que não dá para ser a favor ou contra algo em absoluto. Cada caso ´tem suas particularidades, e principalmente, existe uma diferença entre cópia e inspiração. Fiz um post comentando essa diferença e me posicionando a favor no caso 284 x Hermés, simplesmente pq acredito que o ponto de vista do consumidor deve ser o fator determinante, e se bem entendi, esse é seu ponto de vista tb, certo?

    Adorei o post!

  21. #22 - Fernanda Coelho disse: 07/02/2011 às 10h29

    Helo, eu adoro o seu blog…acho sem dúvida um dos melhores atualmente…você traz muito conteúdo as leitoras e sempre opiniões únicas.

    Mas desta vez eu queri ver um pouco mais de opinião…as reflexões estão perfeitas, mas faltou um pouco de posicionamento…

  22. #23 - Joanna disse: 07/02/2011 às 10h34

    sinceramente, eu não consegui entender a sua opinião…

    e eu acho que esse bafafá todo sobre cópias nem foi o caso da cópia em si (Renner, Zara, C&A também se “inspiram”), o caso foi a importância que deram pra essas bolsas na internet, elas hyparam do nada (por influência de blogs, talvez)..
    e também o preço abusivo em produtos de qualidade duvidosa nééé

  23. #24 - Núbia Castro disse: 07/02/2011 às 11h06

    O importante é a pessoa se sentir bem com oq comprou independente da marca. Afinal aqui no Brasil as pessoas tem a vida financeira bem apertada pra se dar ao luxo de adquirir prada , dior etc.. Bjs e parabéns pelo blog!!

  24. #25 - daniela disse: 07/02/2011 às 12h25

    Eu acho que nós temos o direito de consumir produtos bonitos sem gastar rios de dinheiro!!! É o mundo globalizado!!!
    Se não fosse assim, ninguém poderia vestir um taillher porque não é chanel, não poderia colocar uma camisa branca porque fulano inventou… e por aí vai!!!
    Tudo se copia, tudo se inspira e viva a LIBERDADE!!

  25. #26 - Débora Souza disse: 07/02/2011 às 13h00

    Se a pessoa se sente bem o que usa, é o que vale. Bjão

  26. #27 - marília montemor disse: 07/02/2011 às 13h09

    Helo, eu concordo totalmente com voce. Acho que se a pessoa quer (e pode) usar a “original”, otimo! Bom pra ela! Se quer usar a inspired, ok tambem! O importante é se sentir bem e bonita! As marcas estao ai pra nos ajudar, nos oferecendo opcoes. E nos devemos nos representar atraves delas, colocando o nosso estilo e personalidade no look com as nossas escolhas e composicoes! E nao o contrario… O que acontece muitas vezes!!!!!!
    Seu blog é demais, esta de parabens!! Quero saber logo da sua vinda pra NY! Se tiver encontro com as leitoras New Yorkers eu vou!!!!! Beijos!
    http://closetmp.com

  27. #28 - Sinistra disse: 07/02/2011 às 13h36

    Oii.
    Acompanho seu blog faz um tempinho e adoro. Da uma passadinha nosso blog ou conheça tbm o site que está lindo!! http://www.sinitra.com.br
    Beijos Sinistra

  28. #29 - Alexandra disse: 07/02/2011 às 14h00

    Helô, mais uma vez, adorei o texto! Quando gosto muito de uma peça, se ela for de boa qualidade, combinar comigo e eu puder pagar o valor pedido, compro. Nem sei dizer se já comprei cópia de grifes caras ou não. Provavelmente, sim. Conheço algumas das peças de sucesso das grandes grifes, mas não todas, então, não tenho certeza. O que importa mesmo na hora do consumo é o quanto vou usar aquele item e se a minha situação financeira permite que eu gaste. Aliás, me lembrei agora da tal Birkin da 284, recentemente proibida, um caso em que a cópia tinha muito mais a ver comigo do que a original da Hermès. A original é linda, incrível e tudo mais, mas a que eu amei de verdade e queria comprar era a cópia – e agora ela não pode mais ser vendida, que chatice! Bom, depois desse meu “sincerocídio fashion”, só espero não ser banida do seu blog, que eu amo muito e dou uma olhadinha quase todo dia… E se ofendi alguém que trabalha/possui ações/ama muito a Hermès, peço mil desculpas, não foi a intenção. Beijos. Ale.

  29. #30 - Jess disse: 07/02/2011 às 14h03

    Sem palavras! Concordo com vc, infelizmente nos temos caminhado para um mundo com tantos “It´s” que se compra aquilo que se diz legal, como se as pessoas não tivessem capacidade de escolher uma roupa, bolsa bonita por elas mesmas, então tem que usar o que está na moda.

    A tipica escravidão né?!
    Enfim, adorei o texto.

  30. #31 - Liginha disse: 07/02/2011 às 14h17

    Comprar cópia de produto grifado apenas revela que a pessoa não tem dinheiro para comprar o original, mas quer impressionar. É mta insegurança precisar de um produto de griffe ou cópia deste para poder se sentir valorizado. Ou para ter a ilusão disto, melhor dizendo. Está tudo bem se compro um produto de griffe pq acho bonito e gosto da qualidade dele, independente se está no auge da moda. Não é só a aparência que conta em uma pessoa, por isto tb é fundamental “consumir” valores como educação, cultura e ética, do contrário não passamos de cabecinhas frágeis amparadas por corpos meramente ornamentados.

  31. #32 - Tati Canto disse: 07/02/2011 às 14h19

    Adorei o texto, Helô!!!
    Bjs, Tati
    http://loveshoesblog.wordpress.com
    @loveshoesblog

  32. #33 - dani disse: 07/02/2011 às 14h36

    A questão da bolsa eu acho que é mais status do que qualquer outra coisa. Eu já conheci gente que juntava dinheiro durante anos pra comprar uma bolsa caríssima só pra provar para outras pessoas que tinha dinheiro. Você pode estar de chinelo, descabelada e com uma roupa de marca nenhuma, mas se aparecer com uma birkin ou chanel, as portas se abrem pra vc….Assim como o carro é status pro homem, a bolsa (cara) é status pra mulher. bjs,Dani

  33. #34 - Carla Etz disse: 07/02/2011 às 15h01

    OI Helô!!!
    Geralmente , acho, que se alguém nos chama atenção pelo estilo, forma como está produzida , desconhecemos num “primeiro momento” as marcas daquelas roupas ( a não ser que seja peças tipo Chanel , etc), o conjunto da produçÃo faz a diferença , vc não acha??O “The Sartorialist”, “stockholmstreetstyle”, “facehunter”(te vi lá) e outros fazem o click das pessoas e nunca colocam “marcas e patentes ” das peças … Acho que isso é relevante , mas não é definitivamente o principal…bjs
    ( coloquei foto sua no meu blog , vc falou que podia>>>)
    http://theunderd.blogspot.com/2011/02/under-exibida.html

  34. #35 - Marcela disse: 07/02/2011 às 15h09

    Concordo com sua opinião no quesito consumo e personalidade. Muitas pessoas desejam aceitação social e correm para labels e modelos que estão na moda. Sabem que não precisar dizer qual é a marca, pois serão reconhecidas no seu meio.Isso é inseguraça fashion, mas fazer o quê?
    Mas “inspired” é o novo 171. Mudou-se a palavra ( será que foram os blogs) mas continua a ser cópia, falsificação.
    No BR a polêmica começou pelos blogs (sorry!). Várias lojas como a 284 e Popup store, fizeram cópias horrendas em moletom, de modelos Hermès e distribuiram as blogueiras, em forma de jabá.
    Queiram ou não, isso influenciou muita gente a morrer por uma exemplar. Consumo pelo consumo, só pq alguém mostrou no seu blog o seu exemplar, não sei se dado a idade das leitoras ou falta de personalidade, mesmo. Hoje em dia, no mundo globalizado, a internet é o veículo dissiminador de vontades. Precisando ou não.
    A Hermès já resolveu a questão. Processou todas as marcas inspiradas. Algumas até receberam a sugestão de troca de nome: 284 por 171.

  35. #36 - Agatha S. disse: 07/02/2011 às 15h25

    Suuuuper concordo, Helô! Cada um compra o que quer! Eu não gosto de cópias! Se quero Chanel, quero Chanel “de verdade”, não de mentira! Principalmente porque para mim além de comprar a peça, estou comprando o nome, e se é cópia não é Chanel! Acho que as lojas estão se focalizando muito em “tendências” e o que os outros estão fazendo. O mundo está tão globalizado que todo mundo quer fazer o que todo mundo está fazendo (mas acho que isso sempre foi assim, né?). Eu acho bem mais legal se as lojas criassem produtos únicos e parassem com esse negócio de assistir os outros.
    Se bem que como você falou, enquanto pessoas comprarem a demanda continuará grande…
    É uma roda sem fim!
    Adorei o post! Como sempre : )
    Beeeijos.
    ps: vai rolar encontrinho em NYC?? Vou estar por lá também!!!

  36. #37 - Laura disse: 07/02/2011 às 15h30

    Oi Helo !
    Super amei esse post , assim como o resto do seu blog. Tanto é que me inspirei e criei um *-* Vôcê é mt minha diva . Se puder dar uma passadinha no meu blog depois eu agradeço http://teeninterestsbycacau.blogspot.com/
    beijos @lauracambraia

  37. #38 - Cláudio disse: 07/02/2011 às 20h01

    Noooossa, gostei demais deste post, tanto que estou comentando (raro).
    Me animei porque eu nunca havia visto (lido) tanta lucidez em um post de blogdemoda.
    Satisfação, teu nome é Sanduíche de Algodão.

  38. #39 - Juliana disse: 07/02/2011 às 20h16

    Oi Helô, sempre leio seu blog. Parabéns vc é muito talentosa. Não sou de comentar, mas não me leve a mal, achei sua opinião muito em cima do muro, politicamente correta demais. Fico aqui me perguntando, imagina alguém “criando” um blog inspired no seu, copiando literalmente tudo e lucrando com isso. Pq aquele sapato nacional não tem nada de inspiração é, na minha opinião, pura cópia do YSL. Eu não vou ficar aqui defendendo direitos autorais e tals, até pq o departamento jurídico de cada empresa que corra atrás de seus prejuízos, mas cara de pau tem limite.

  39. #40 - Alexandra disse: 07/02/2011 às 21h08

    A proteção de um design através do registro de marcas e patentes é temporária. No caso das leis brasileiras, se não me engano, o prazo estabelecido no INPI varia de dez a vinte anos, dependendo do objeto em questão. As leis britânicas estabelecem um prazo de 50 anos para a proteção do design de peças artísticas (o copyright.) Um dos objetivos desses prazos (posteriormente, o design passa a ser considerado domínio público) é justamente democratizar, facilitar seu uso e possibilitar novas criações a partir dele. Em casos que envolvem mais de um país, não sei quais leis se aplicam, mas isso a gente deixa para a Justiça decidir. As leis devem ser respeitadas, sempre, e quem vai contra elas deve ser punido de acordo. Teve gente que se exaltou a ponto de atribuir a autoria do crime de estelionato (artigo 171 do Código Penal Brasileiro) a uma marca. Se a comercialização de uma peça fere a legislação, configurando estelionato ou qualquer outro crime, a marca deve ser punida, é claro. Mas prefiro deixar isso para a Justiça resolver, até porque que calúnia também é crime (artigo 138)… Enfim, é sempre bom ter cautela com o que se diz, principalmente por escrito. Melhor não acusar ninguém sem ter absoluta certeza – seria péssimo ser condenada a pagar multa, provavelmente bem gorda, ou, muito pior, ir presa. Como consumidora, não adquiro produtos pirateados e tenho nota fiscal das minhas compras.

  40. #41 - Suelem Lima disse: 08/02/2011 às 13h00

    Helô,

    adorei!!

    beijos

  41. #42 - Cida Levino disse: 08/02/2011 às 15h02

    O texto bem escrito Parabéns! mas pelo que entendi você não assumiu seu ponto de vista dizendo que o que acha das cópias(material usado, mesmo modelo…) e sim deixou isso para quem consome, achei que ficou em cima do muro, não houve criticas construtivas para blogueiras que exaltam o produto ou fabricam as cópias.

  42. #43 - Flavia disse: 08/02/2011 às 18h48

    Concordo com a Cida Levino acima
    Vc fica em cima do muro porque talvez seja muito sua amiga e ex Patroa né
    okey mas acho mesmo It girls deveria criar a sua propria It bag nao dizem que tem muito talento.. pro outro lado acho ridiculo comprarem essa bolsa de moletom,mas essas blogueiras por aqui na net vivem fazendo propaganda as It alienadas compram .. falta ate uma vontade propria dessas leitoras
    nao sei se vai publicar. frequento seu blog ah pouco tempo e pra ser sincera vc para mim e uma das melhoras ..mas ficar em cima do muro tambem nao e bacana!#prontofalei
    Bjs Helo

  43. #44 - Fernanda Amado disse: 08/02/2011 às 23h01

    Báh, muito legal! Adorei o teu texto.

    Visita o Armário, guria!!

    http://www.armariodamargot.com.br

  44. #45 - Renata de Noronha disse: 08/02/2011 às 23h06

    Gente, só eu que percebi 100% o que a Helô quis dizer? Ou estou maluca? A Helô disse sim que temos que ponderar e consumir somente o que realmente nos agrada, e não por impulso, por ser moda ou por todo mundo ter igual. Mas ela tb disse no final que “não importa o estilista ou a rua em que é vendida, aquela moda nos pertence” ou seja, Helô defende as cópias!

  45. #46 - Thira disse: 08/02/2011 às 23h30

    Muito bom, Helo
    Sempre leio o blog mas, só hoje comento. Parabéns! Esta é uma ótima forma de mostrar para pessoas ricas e pobres o que está por tráz daquela bolsa, sapato ou casoca que alguem está usando.
    Eu uso C&A, renner, marisa, chanel e LV. Uso o que acho bonito e principalmente que fique bem em meu corpo/altura e vai de acordo com minha personalidade.
    Não estou nem aí se alguem vai comentar baixinho com outra colega que eu estou usando uma peça da loja marisa.
    Bjs

  46. #47 - MyGlitter disse: 09/02/2011 às 22h49

    Sou da turma que consome e fabrica (www.myglitteronline.blogspot.com). Até acho legal a defesa de quem cria, mas o que é pior: copiar ou assaltar? Olhem os preços das originais da Hermés! Quantas pessoas podem comprá-las? Padrões de qualidade justificam? Será que uma cópia tb não tem padrões de qualidade? As minhas, sei que têm.
    A própria Arezzo copiou a Proenza e ninguém se ofendeu.
    Para mim, o importante é vc gostar de uma peça, independentemente da marca. Bjos

  47. #48 - Paloma disse: 11/02/2011 às 18h35

    Acho q a questão toda em cima da história da 284 é saber qual o limite da cópia e da inspiração.
    Não acho q seja certo uma marca se apropriar do design de outra, mudando apenas o material de confecção e ainda usar o nome do produto original como elas faziam: A Birkin de moleton! Eu sinceramente não concordo.
    Inspiração pra mim é quando vc usa elementos de uma idéia de um produto para produzir outro, isso acontece o tempo todo com produtos de consumo e até programas de tv. Só mudar o material não é inspiração, pois o modelo era exatamente igual, só faltava o logo da marca.
    Eu não concordo q o preço alto das bolsas da Hermès justifique o q fez a 284, até pq elas não vendiam por um preço nem perto de ser justo.
    Alguém que já não sei mais quem levantou durante uma discussão sobre o tema o seguinte questionamento: o que aconteceria se a Hermès quisesse produzir uma Birkin de moleton?
    As pessoas custumam criticar fortemente as falsificações tipo “Louis Vitão”(rs)vendidas na 25 de março e afins, mas quando uma marca conceituada (principalmente pelas que se auto intitulam IT GIRLS) faz esse tipo de coisa isso é mais que tolerado, é aceito. Acho meio hipócrita né! A moda pode ser de todos, mas os direitos autorais não. O q vc acharia, Helô, se alguém pegasse todo o conteúdo do seu blog sem sua autorização e ainda por cima ganhasse dinheiro com isso??

  48. #49 - Didi Maia disse: 12/02/2011 às 00h52

    Chequi um pouquinho atrasada nesse post, mas quero deixar também a minha opinião!

    Acho que hoje vivemos num mundo aonde se você não tem a bolsa da moda, o carro do ano e frequenta os lugares mais badalados, você é excluída do grupo social e fica mal na foto!
    É fato que todas nós queremos um Chanel ou Hermès original, mais vai dar uma olhada no preço das bichas, é de cair pra trás!
    Considerando todos os fatos já levantados pelos outros comentários, eu acho que ter um bolsa “inspired” faz muito bem a auto-estima, porque imagina só: você sonha com um bolsa que é it bag da vez, só que você não tem grana pra pagar numa original, daí você fica super reprimida e se sentindo a pior mulher do mundo porque não pode ter aquela bolsa. Com as “inspireds” a mulher que não tem como comprar uma original, vai poder satisfazer a sua vontade de ter uma bolsa que está na moda, mas dentro das suas possibilidades.
    Só não acho bacana as cópias fiéis, porque ai também é sacanagem, né? Mas contra as “inspireds” não tenho nada, até porque – Helozita se eu tiver errada me corrige, pleasy! – a própria Coco Chanel foi quem popularizar as bijuterias numa época em que só se usava jóias verdadeiras. Quando ela propôs os colares de pérolas fake, tornou democrático o direito de toda mulher se enfeitar. E como ela própria dizia, “impossível usar jóias verdadeiras se não houver mulheres que usem jóias falsas”.

    Fiz uma matéria sobre isso para o Blog da revista Santa Fashion, no ano passado.

    Bom opinião expressada, agora quero convidá-las para acessarem o meu Blog e conferir o que eu falo por lá: http://didimaia.com

    Beijos, Didi.

  49. #50 - Angela disse: 18/02/2011 às 14h59

    Olá Helo
    Te conheci atraves do blog das meninas que são suas parceiras nas viagens.

    Bem, adorei voce, porque pensa nas coisas de uma forma bem racional e organizada. Vou frequentar sempre seu blog.

    Sobre a matéria de cópias de produtos das marcas Chanel, Dior e outras é algo que vemos muito através da publicidade e cria desejo nas pessoas. Sou Designer de jóias e como criadora preciso ver a tendencia de desejo que a sociedade está sendo “comandada” através das grandes mídias para não fazer um patinho feio no meio do todo sabe? Sendo assim as pessoas também não querem ser patinhos feios e aderem aquilo que é cool.
    Portanto quem faz publicidade do que cria vira ditador de moda e é sucesso total, todo mundo copia…
    e todo mundo compra. Quem tem mais dinheiro compra o original e quem tem menos compra o falseta!!!

    obrigada.. adorei seu blog.

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