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festa

Sorteio de um look festa pra vcs!

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Um jeito fácil de aderir a onda tribal

camafeu

Você vai querer um camafeu, sabia?

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verde com verde

20nov

“Não há céus sem tempestades, nem caminhos sem acidentes. Não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la intensamente”.

Augusto Cury

17nov

 Posso falar? Estou mini triste que o Desafio Vanish está acabando. Faltam só três looks com a saia laranja! Snif,  snif. Acho estou apegada à ela <3

 Nesta semana, a idéia era montar um look para uma festa mais chiquezinha. Bom, eu não sou muito do dress code  super  formal, por isso gosto de inverntar produções meio fora do clichê… Então, escolhi uma t’shirt de couro (inspirada nesse post aqui) e bota cano longo (fica menos óbvio que uma sandália, né?). Espero que gostem!

Blusa de couro da Zara aqui do Brasil (comprei na loja do Shopping Cidade Jardim), bota Louboutin, e pulserinhas: Vivara, Costume, Tifanny e Juicy Couture (na ordem de cima para baixo). A bolsa em formato de concha – vi muito modelo assim em Londres – foi presente das antigas da minha vó.

Lembrando que  quem também quiser participar do desafio, é só clicar na página do Facebook de Vanish para concorrer a R$ 5 mil em compras (com consultoria minha!) e um ano de produtos Vanish for free!

Quer mais?

+ aqui tem look com saia laranja para ir para a balada…

+ aqui tem look com saia laranja para um dia de trabalho…

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+ aqui tem look com saia laranja para viajar…

+ aqui tem look com saia laranja para passeio no parque….

+ aqui tem look com saia laranja durante semana de moda…

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+ aqui tem saia laranja na praia…

+ aqui tem saia laranja em evento diurno 

+ aqui tem saia laranja em reunião de trabalho

+ aqui tem look com saia laranja para um cocktail

+ aqui tem look do dia para uma tarde de compras

16nov

Quando converso com amigos fora do ramo “moda”, normalmente, escuto as mesmas perguntas: “Por que as modelos são tão magras”, “O que vai estar na moda no próximo verão” e a famosa:  ”Por que as roupas das passarelas são tão loucas”.  Essa última é uma das que mais gosto de responder!

Pensa assim: a passarela funciona como um grande microscópio (no caso, de tendências). Lembra da aula de química e da placa de Petri, quando a gente colocava alguma meleca para ser analisada em grande escala? Bom, com a passarela acontece algo parecido. Imagina assim: se um estilista está numa onda de poás, ele coloca a modelo desfilando dentro de uma bolsa de plástico na passarela. É como se fosse a moda (ou aquela intenção) em máxima potência! Não é exatamente daquele jeito que as peças vão chegar às lojas, vocês sabem… Essa na verdade é a grande batalha dos estilistas: investir no comercial ou no conceitual? 

E outra: quando a gente vai, por exemplo, numa exposição de arte, a gente não diz que o quadro é bonito ou feio dependendo se ele se encaixa ou não com a mobília da nossa sala. A gente só pensa que sentimento aquela “obra” causa na gente e pronto.  A utilidade pode ser, simplesmente, a de agradar aos olhos. Não precisa ser funcional para ser legal!

Dito isso (e já que as tendências das últimas semanas de moda internacionais começam a chegar agora nas araras) achei uma matéria super legal no Style.com sobre quais os principais looks da temporada! Vamos conferir os escolhidos?

+ COURO & ALGODÃO

Aqui no Sanduba a gente sempre bate na tecla da importância da mistura de texturas num look. Não que a gente deva sair como loucas pela rua, mas não usar o mesmo tecido da cabeça aos pés deixa tudo menos monótono, concordam? Quando mais distantes na escala “arrumadística”, melhor. Por exemplo, vale a pena arriscar no duo: couro + algodão. Porque o couro é mais fetiche, mais sexy, e o algodão é algo mais leve, mais praiano… E reparem como a ordem também foi invertida: normalmente, a saia longa que viria com um tecido mais arrumado e, a t’shirt – mais comum, mais básica -, num tecido normalzinho… Esse look é da Rag & Bone. A saia verde musgo é de algodão e a tee de couro furadinho.

Mistura de tecidos diferentes: t’shirt de couro, saia longa de algodão

+ BLAZER ESTAMPADO

Destaque no blazer com estampa tropical da Atuzarra. Segundo a stylist Vanessa Triana, o modelo escolhido deve ser bem slim e acinturado. Com jeitinho de alfaiataria. Para não ficar caricata, o truque é procurar estampas tropicais mais digitalizadas. Com um detalhe preto então, é chiqueria na certa!

Alfaiataria com estampa tropical: invista em modelos sequinhos

+ BRANCO DE FESTA

Segundo Anya Ziourova, diretora de Estilo da Tatler Russa, elegeu o desfile da marca Jil Sander como “O” melhor da temporada. O motivo? Corte perfeito, manga três quartos, atenção aos detalhes… O que a gente pode levar disso para a vida real? Destaque aos broches nas produções branquinhas: “Toque de glamour ao branco basiquinho”. Hmm, boa dica, hein, meninas?

+ Qual dos três vocês gostam mais, meninas? Eu acho que vou aderir com tudo aos broches…

14nov

Há um tempo, fiz post dando dicas de como comprar perfumes, vocês lembram? Bom, a repercussão foi tão legal, que resolvi fazer uma extensão daquele conteúdo, agora, explicando exatamente todos os tipos de fragrâncias do mercado! =)

Por que assim, no geral, a gente chama de perfume qualquer mistura de essências, óleos, flores e fixadores, confere? Mas existe uma classificação oficial (que, inclusive, vem em toda embalagem) que diferencia cada um deles a partir das concentrações (a.k.a quantidade de essências dissolvidos em determinado solvente).

Ao todo, existem 7 diferentes tipos de produtos. Cada um deles é determinado pela quantidade de concentração das essências: Extrato, Perfume, Eau de Parfum, Eau de Toalete, Colônia, Eau de cologne, Deo- colônia. Vamos lá?

OS QUE A GENTE NUNCA ACHA PRA COMPRAR:

1) EXTRATO: são essências super ultra mega top top plus concentradas (entre 20% e 40%). É bem pouco usado no Brasil – afinal, somos um país tropical. As essências são mais indicadas para climas bem frios. Reis, rainhas, e o bonde da aristocracia (principalmente parisiense) adoravam! É super difícil de achar, não se vende por aí…

2) PERFUME: ainda bem concentrado (também entre 20% e 40%), acabaram por “batizar” todos os tipos de fragrância. Porque né, pra tudo a gente usa perfume! Você não chega no freeshop dizendo: “Oi, eu gostaria de um eau de toalete”. Rsrs Mas nem tudo que tem cheiro gostoso é perfume, só pra ficar claro… Dura na pele de 12 a 20 horas (!!)

OS MAIS CONHECIDOS E PRESENTES EM NOSSA VIDA: 

3) EAU DE PARFUM: Pronuncia assim, ó: “ô de parfâm”. A concentração das notas varia entre 10% e 20% e, apesar de ser mais diluído, ainda é bem forte. Pode ser usado durante o dia (sem exageros), mas é mais recomendado para a noite mesmo… Dura de 6 a 8 horas dependendo da pessoa.

Indico:

Daisy Eau de Parfum – Marc Jacobs/ Miracle – Lancôme (amooo!!!)/ Prada Eau de Parfum – da Prada/ Elle – Yves Saint Laurent

4) EAU DE TOILLET: versão mais leve, com concentração que varia entre 7% e 10%. Ótimo para todas as fases do dia – e excelente para países com clima tropical como o nosso. É o mais vendido aqui no Brasil. Para falar, é assim: “ô de tualét”. Dura de 4 a 6 horas dependendo do tipo de pessoa… Muitos perfumes masculinos (os mais famosos) são desse tipo!

Indico:

+ Play Eau de Toilette masculino – Givenchy (mesmo sendo para “eles” é uma delícia. Uso loucuras! Tô no terceiro vidro…)/ CK One Unisex – Calvin Klein/ CH – Carolina Herrera / J’Adore EDT - Dior

OS MAIS “FRAQUINHOS” 

5) COLÔNIA: o grau de concentração das notas varia entre 3% e 7%. É a mais suave de todas as essências e é ideal para aqueles dias mais quentes, para passar quando você vai para a academia, fazer algum esporte…  Como o preço de um perfume é diretamente proporcional a concentração, as colônias costumam ser as mais em conta… Eu tenho dificuldade em achar colônias que amo. Meu coração parece pertencer eternamente à Giovanna Baby! Quem nunca usou, né? Eu também adoro o desodorante dessa linha.

6) EAU DE COLOGNE: concentração entre 3% e 5%, a mais suave das essências! Para quem não é muito fã de perfume é o ideal! Bem mais fácil de comprar do que a versão colônia.

Indico:

Tommy Girl Eau de Cologne Feminino (esse é bem famosinho! Várias amigas têm!); English Lavander (também,bem clássico! Mamãe super me enxarcava com esse! hoho); Flower by Kenzo (versão Eau de Cologne); Acqua de Parma (também versão Eau de Cologne). É masculino, mas super serve para moçoilas!

7) DEO – COLÔNIA: a perfumaria aqui no Brasil usa esse nome para aquelas fragrâncias que podem ser usadas pelo corpo todo. A concentração varia entre 2% e 6%.

Indico: 

+ Eudora Glamorous Silk Deo Colônia (o cheiro é fantástico!); o Acqua Fresca é uma das deo-colônias mais famosas do Brasil. Ganhou todo mundo lá pela decada de 1980 e hoje tem linha de sabonete, cremes e por aí vai. Cheirinho refrescante!; Aflorá, também da Eudora, uma mistura bem delicia de maçã com lichia; para terminar, não posso não indicar um produto Atkinsons - usava super quando pequena! Esse é um mais moderno (masculino!) mas que pode ser usado por todo mundo.

DICA EXTRA:  o tempo de duração de um perfume depende bastante do tipo da nossa pele. Por exemplo: quem tem pele oleosa, tem uma maior fixação. Pele seca, menor. Isso significa que tem pele menos hidratada pode carregar um pouco nas borrifadas. Na hora de espirrar o perfume, tem que ficar nas área de maior circulação do sangue:  pulso (parte de trás dos punhos), na parte de trás das orelhas, joelhos e na linha do pescoço. E nunca esfregue um perfume! Isso pode alterar o aroma…

 

13nov

“Onde é que você gostaria de estar agora, nesse exato momento? Fico pensando nos lugares paradisíacos onde já estive, e que não me custaria nada reprisar: num determinado restaurante de uma ilha grega, em diversas praias do Brasil e do mundo, na casa de bons amigos, em algum vilarejo europeu, numa estrada bela e vazia, no meio de um show espetacular, numa sala de cinema assistindo à estreia de um filme muito esperado e, principalmente, no meu quarto e na minha cama, que nenhum hotel cinco estrelas consegue superar – a intimidade da gente é irreproduzível.

Posso também listar os lugares onde não gostaria de estar: num leito de hospital, numa fila de banco, numa reunião de condomínio, presa num elevador, em meio a um trânsito congestionado, numa cadeira de dentista. E então? Somando os prós e contras, as boas e más opções, onde, afinal, é o melhor lugar do mundo? Meu palpite: dentro de um abraço. Que lugar melhor para uma criança, para um idoso, para uma mulher apaixonada, para um adolescente com medo, para um doente, para alguém solitário? Dentro de um abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo o que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve.

Que lugar melhor para um recém-nascido, para um recém-chegado, para um recém-demitido, para um recém-contratado? Dentro de um abraço nenhuma situação é incerta, o futuro não amedronta, estacionamos confortavelmente em meio ao paraíso. O rosto contra o peito de quem te abraça, as batidas do coração dele e as suas, o silêncio que sempre se faz durante esse envolvimento físico: nada há para se reivindicar ou agradecer, dentro de um abraço voz nenhuma se faz necessária, está tudo dito.

Que lugar no mundo é melhor para se estar? Na frente de uma lareira com um livro estupendo, em meio a um estádio lotado vendo seu time golear, num almoço em família onde todos estão se divertindo, num final de tarde à beira-mar, deitado num parque olhando para o céu…

Alguns consideram como algo sufocante, querem logo se desvencilhar dele. Até entendo que há momentos em que é preciso estar fora de alcance, livre de qualquer tentáculo. Esse desejo de se manter solto é legítimo, mas hoje me permita não endossar manifestações de alforria. Recomendo fazer reserva num local aconchegante e naturalmente aquecido: dentro de um abraço que te baste”.

=)

Texto de Martha Medeiros, 12 de junho 2008

11nov

Mal chego no Brasil e já recebo uma notícia-delícia dessas: o F*Hits foi tema de uma matéria super especial no The New York Times sobre a nossa prime network de blogs!

F*Hits no The New York Times!

O texto está super bacana! Nele, Alice Ferraz fala sobre a importância da rede, como Internet é um negócio super sério, como foi difícil o começo dessa profissionalização de blogueiras (quem está postando por aí sabe como isso é complicado, não é mesmo?) e o mais interessante: a importância das blogueiras como verdadeiras formadoras de opinião. O motivo é mega válido… Antes de tudo, somos consumidoras! Vale a pena ler a matéria na íntegra aqui.

Fiquei super feliz com a com a minha fotinho dentro de um veículo tão tradicional como o The New York Times! Por isso, não podia deixar de compartilhar esse momento com vocês, que fazem parte de cada link aqui do Sanduba!

+ Para começar bem o final de semana prolongado, hein? Um beijo mais que especial para todas (e todos) da rede =) 

10nov

Quinta-feira, dia de Desafio Vanish no Sanduba com a já famosa saia laranja! Dessa vez direto de Hong Kong. O tema da semana, não poderia ser outro: tarde de compras com as amigas. Por que né, a cidade tem todas as lojas mais incríveis do mundo do prêt-a-porter, e o precito aqui chega a ser melhor que nos Estados Unidos. Dizem que Hong Kong é a Londres da Ásia. E, quer saber, eu acredito! Com a diferença de que aqui a gente não sofre em pounds! Rsrs 

Vamos ao look?




Fotos: Murad+Estrela 

Como a maioria das lojas aqui fica em shopping, super rola sair de salto alto (confortável). Esse de camurça azul é de uma marca de Fortaleza chamada Guapa Loca; a saia, vocês já sabem, é Zara; a camisa de seda – imitando quimono – foi comprada aqui na China mesmo, numa feira bem bacana de Hong Kong chamada Stanley Market. A bolsa laranja é da Prada. Fiz as fotinhos voltando para o Hotel em que estou hospedada com as minhas amigas, o Mandarim Oriental (uma delícia!). As compras foram à tarde, mas vocês sabem como são meninas… Acabamos voltando só de noite mesmo! =)

Lembrando que  quem também quiser participar do desafio, é só clicar na página do Facebook de Vanish para concorrer a R$ 5 mil em compras (com consultoria minha!) e um ano de produtos Vanish for free!

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08nov

Aqui em Hong Kong, as mulheres não fazem grandes montações de roupa (a maioria usa jeans com camiseta ou legging e bata) mas os acessórios são investimento puro.

Uma chuva de sapatilhas Chanel, Tory Burch, Prada, Salvatore Ferragamo, Louboutin e outros nomes conhecidos nos pés e, nos braços, Chanel e Hermés para dar e vender. Sério: nunca vi tanta Birkin e Kelly - da Hermés -, juntas na vida como aqui em Hong Kong. Detalhe: nas mais variadas cores e modelos. O que nos deixa com a pergunta: verdadeiras ou falsas?

A famosa bolsa Birkin, da Hermés, foi criada na década de 1960, inspirada na atriz/cantora/jet setter Jane Birkin. Diz que ela estava numa viagem de avião e sentou-se ao lado de ninguém menos que Jean Louis Dumas, grande nome da Hermés. Como ela não se entendia com nenhuma bolsa – e usava uma cesta de piquinique para carregar seus pertencences – o moço, curioso, indagou o motivo daquela rebeldia fashion. A resposta? “Ah, falta espaço nas bolsas”. E foi assim, pelo bem geral de Jane e pelo desespero da humanidade, que surgiu a Birkin.

Voltando para Hong Kong…. Porque assim: você entra numa loja da Hermés e não há Birkin para todo lado. Muito menos variações de cor. Tem que fazer encomenda, ter um pouco de “sorte” de ter peça na loja, lista de espera… Então como elas conseguem tanta variação? A resposta para isso é: Milan Station e Station Paris.

Milan Station e Station Paris: overdose de Birkin

Funciona assim: essas lojas pagam mais caros pelas bolsas (compradas em Hermés ao redor do mundo) e revendem por aqui com um preço um pouco mais alto que o normal – eles cobram pela infinidade de “opção”. E sério: são verdadeiras. vem com certificado da loja, caixa, o famoso papel que envolve a bolsa. Uma coisa que choca um pouco é a fachada das lojas: se vende peças tão caras, porque tanta “simplicidade”? Pesquisei, perguntei, indaguei. A resposta? “Porque sim”. Novamente: coisas da China-na-na…

O preço das crianças? De R$ 40 a R$ 100 mil. Aceitam todos os cartões (risos). Ah, sim, fotinho só da vitrine porque não dá mais pra ser expulsa de loja…

Antes que vocês perguntem, não estou levando nenhuma para casa (haha), mas achei interessante fazer o post de algo que por aqui é tão comum (sério, uma Birkin em cada esquina perto do hotel onde estou ficando, o Mandarin Oriental – aliás, mega indico!).

+ Quanto as bolsas falsas (muitas meninas estão perguntando sobre isso no email), me informei que as melhores réplicas são vendidas em Shenzhen, uma cidade mais ao sul da China, ao norte de Hong Kong - cerca de uma hora de trem. Detalhe: é preciso de visto para entrar no local. Não tenho interesse em fazer esse passeio, já que não lido muito bem com essa história de bolsa falsa (sempre vou saber que não foi comprada na loja. Isso me incomoda. E muito!) Mas gostaria de saber a opinião de vocês. Vale ou não ter uma réplica? 

MILAN STATION,  Ground fl., Percival House, 77-83, Causeway Bay, HK
STATION PARIS,
Shop L, G/F, Percival House,  77-83, Causeway Bay, HK

 

07nov

Estou amando esses simbolismos todos da China! Olha só a que aprendi hoje: “Como saber se uma moça é consumista ou não?”

Funciona assim: peça para ela encostar todos os dedos da mão. Se entre um e outro ficar algum vão, tcharán! A senhorita é louca por um cartão de crédito! Se os dedos ficarem todos juntinhos, sem espaço entre um e outro, zero tendência para ser a próxima Becky Bloom do pedaço. Todo mundo testando na frente do espelho em 3,2…

Oh, my! Tudo explicado!

Outro jeito para saber se uma pessoa é da turma da “sacola de compras” e olhar o nariz dela.(!!!) Isso mesmo. Diz que quanto maior ele for, mais adepta ao Tio Sam o ser humano é. Coisas da China-na-na….

07nov

Aqui em Hong Kong tem um ditado que diz o seguinte: “Quanto mais alto, melhor!”. O motivo? Quase quase 8 mil pessoas vivendo por km quadrado. (!!) O jeito é construir prédios e mais prédios. Os andares mais altos, claro, são os mais caros. O provérbio também tem outra razão de ser: o terreno por aqui é super montanhoso e cheio de declives, o que faz com que pessoas mais “abastecidas”, por assim dizer, comprem casas no alto das montanhas. A vista é melhor, menos barulho…

E, por mais loucura que possa parecer, isso reflete na moda! E muito! A cada 10 moças que vejo, acho que umas 7 usam sapatos plataforma. Por aqui, muitas daquelas “flatforms”, sabe? Que muito parece com o Okobo, aquele sapato super tradicional das gueixas aqui na China… No desfile da Prada de verão 2011 teve bastante também.  Fato que isso é (continua) tendência por aqui…

 Flatformns X Okobo: na moda ontem e hoje… 

Claro que elas são bem mais confortáveis que salto agulha, ou mesmo uma plataforma normal. Mas acho que deixa o corpo estranho, parece que a pessoa está elevada! O que vocês acham dessa “onda”?

Alguns registros das vitrines e ruas daqui:

Ankle, bota, sapato… Todos trabalhados na plataforma

Esse salto “embutido” deixa o visual bem mais esporte, um tanto quanto menos chique. Então não indico para trabalho, reuniões e/ou ocasiões mais formais. Se você ama a plataforma (e se sente super bem com ela) penso que o melhor mesmo é arrasar em momentos mais “relax”.

+ E vocês meninas, o que acham da tendência?