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festa

Sorteio de um look festa pra vcs!

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Um jeito fácil de aderir a onda tribal

camafeu

Você vai querer um camafeu, sabia?

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verde com verde

02ago

Gente, tô super tentando atualizar o máximo que consigo o blog daqui de Londres – estão gostando dos posts? – mas é tanta coisa, tanta imagem, tanta informação (algumas que acontecem tão rápido) que preciso de outros meios para me comunicar com vocês! Porque tem coisa que é incrível na hora, sabe? Quase como que piada (risos), mas que depois pode não render post…

Então vim aqui deixar algumas sugestões para vocês: estou atualizando o Twitter, a Página do Facebook do Sanduba e o Instgr.am o dia (e a noite) todo, com dicas de exposições, de restaurantes, fotinhos com pseudo looks, flagras de baladinhas e outras coisinhas mais….

Olha só quem não segue o que tá perdendo!

Mídia social do Sanduba: diversão garantida!

Então vamos dar um follow e animar essa interação?

02ago

Tem dias que não dá pra brincar de coordenar peças e a solução e colocar um vestidão, um belo salto e pronto! Esse (+lúdic0) é de uma marca de Santa Catarina que conheci há pouco tempo chamada Angel Store (lookbook super fofo); a bota com sola de trator (esse tipo de ankle está bem em alta aqui em Londres!) é da TopShop, o anél de flor é da Garimpo Bijoux, bolsa Le Postiche e pulseira dourada da OZ Store. E vamo que vamo….

ATUALIZANDO: A Angel vende online e esse moleto da Olivia Palito está na liquida! Hahaha aqui, ó.

fotos: Sérgio Caddah

01ago

Mini pausa nos posts londrinos para publicar um que estava guardado especialmente para agora! Tudo porque começa essa semana o lançamento do verão da Dress To que foi todo inspirado no Vietnã!

Olha só a agenda:

Quem me segue no twitter (@helogomes) sabe que alguns dias antes de vir para a terra da rainha, dei um mini pulo até o Rio para acompanhar a produção do novo catálogo da Dress lá na Vista Chinesa, na Floresta da Tijuca (aliás, ponto turístico tem-que-ir em terras cariocas! Até Marcelo Antony passou pedalando durante o shotting!) e, simplesmente, me apaixonei pela coleção! – Até pedi um macacão de linho roxo e palha da produção pra já levar pra casa! Rsrs

As fotos foram feitas pelo querido do Jacques Dequeker, make de Lavoiser e toda a direção criativa ficou por conta da Luisa Bomeny. Olha só:


Making of Dress To verão 2011, Rio de Janeiro!

O modelo escolhida foi a lindíssima da Tayane Leão! Ela tem apenas 19 anos, nasceu no Pará e mora em Nova York já há algum tempo onde está fazendo o maior sucesso: já desfilou para Gucci, Burberry, Hermès e foi a cara da campanha Diane Von Fürstenberg, que tal? #Brazilrocks

Meu voô (estava lá em Santa Catarina) atrasou, e quando cheguei ao set a Tayane já estava pronta para as fotos. Logo de cara fiquei c-h-o-c-a-d-a com a cor da pele dela. Um moreno jampo, sabe? Vendo minha perplexidade, Lavô explicou o truque e “pintou” o resto do corpo da modelete pra mostrar aqui pro Sanduba como faz:

Morena, eu?

Viram a diferença? O produtinho usado é o tcha, tcha tcha tchaaan….

Skin perfection, da Eudora!

“Pode maquiar tanto o rosto quanto o corpo que não tem problema”, disse Lavô. Adorei! Quero pra ontem! Juntamente com toda a nova coleção da Dress! Hoho

Para terminar, um tour no set de fotos! Desculpa a tremedeira louca, mas acho que super dá pra sentir o clima de making of! Só apertar o play…

 

01ago

O legal da moda (quando o assunto é vestuário) é que ela é tão livre de si mesma que não se restringe necessariamente às roupas. Ela pode estar numa exposição de quadros em Nova York, num paraíso natural nordestino, em uma feira ao livre onde tudo se há pra comprar, num campeonato de tênis em Paris… Tudo porque a inspiração não tem hora marcada pra chegar. Com um pouquinho de sensibilidade no olhar, o desejo de vestir uma roupa de uma jeito diferente pode nascer em qualquer canto.

Principalmente quando o assunto é outra arte… Como o cinema! Descobri a loja Limelight Movie Art durante um passeio por Chelsea (que fica bem ao sul de Londres) e achei a idéia fenomenal: por lá são vendidos posters orginais de filmes antigos!

Claro que com a internet, a busca por imagens mais antigas se tornou uma prática super comum, – e a gente não precisa necessariamente pagar por elas, como aconteceu com as músicas, por exemplo – mas não é sempre que a gente consegue achar tudo, não é mesmo? Infelizmente – e por motivos meio que óbvios – não podia bater foto lá dentro, então anotei alguns filmes que gosto e pesquisei aqui depois! =)

Nem fotinho da vitrine eles liberavam! Rsrs Essa foi o máximo que consegui pra vocês (#comesforço)

Vem comigo!!

Muito além da imagem, né?

Os posters custam entre £300 e £1000. Caro, sim… Mas tem que lembrar que são originais! Aqui eles explicam direitinho o que faz de um poster uma peça vintage, super vale a leitura.

LIMELIGHT MOVIE ART: 313 King’s Road, Chelsea, London, SW3 5EP

01ago

Pode perguntar para qualquer Londoner: você não pode passar pela terra da rainha sem experimentar os famosos cupcakes da The Hummigbird Bakery.

O “carro-chefe” da casa é o famoso Red Velvet Cupcake! A mocinha não sabia me dizer quantos eram vendidos por dia, mas “mais do que 200 com certeza!” disse ela. Também, pudera:  esse é de bolo vermelho escuro de baunilha com um sabor de chocolate beeem suave coberto com glacê de cream cheese. Nhami Nhami!

O famoso Red Velvet Cupcake da Hummingbird Bakery

Fui com tanta ansiedade na criança que abri meu pacotinho e nem me lembrei de tirar foto! Haha mas achei essa (esquerda) na Internet, e super dá pra ver como é por dentro! Muito bom mesmo!

Aí vocês devem estar se perguntando: “Mas Helô, o Sanduba virou blog de gastronomia?” Na na ni na não… É que a gente não precisa se inspirar única e exclusivamente em roupa para montar bons looks, não é mesmo? A Hummingbird, por exemplo, é super reconhecida (e identificada) pela combinação de rosa e marrom:

Acho digno!

Não tem desculpa para não se inspirar (e ganhar umas galorias por lá)! Tem Hummingbird por todo lugar, ó:

+ 133 Portobello Road, em Notting Hill
+ 47 Old Bompton Road, em South Kensigton
+ 155a Wardour Street, no Soho
+ 11 Frying Pan Alley, em Spitafields

31jul

Todo mundo quer ser jovem. É sexy, é uma explosão de hormônios, é lindo, é cheio de vida… Mas, não é só isso.

Ser jovem é ter a certeza absoluta de que ainda há muito há aprender… E viver! Às vezes acho que são necessários muitos anos para alguém conseguir ser jovem, sabia? Porque até a gente perder o medo de não estarmos sempre certos, de que estar errado faz parte, de que os outros sempre tem algo a nos ensinar e de que não somos os donos da verdade, poxa vida, demora, hein?

A seguir, vídeo incrível da agência Box 1824 sobre o eterno mal (bem?) de Dorian Gray…

Atenção lá pelo minuto 6, quando ele fala da convergência de estilos!

 

Um domingo bem lindo pra vocês que agora eu vou bater perna por Londres,- crente que encontro Harry logo mais e ele se apaixona perdidamente por mim. HAHAHA

29jul

Se na temporada passada a onda era usar sandálias pesadas com meias mais grossinhas, agora, acho que super vale atualizar o visual com um sapato mais pesado! Aqui em London, pelo menos, o pessoal de visual merchandising (que fica responsável por trocar as roupas dos manequis e organizar a disposição das peças nas lojas) está apostando todas as fichas nesse truque de estilo! Olha só:

A meia está acompanhando botinhas de inverno mesmo e outros modelos mais masculinos, como oxfords e loafers (modelito escolhido pela minha companheira de curso na CSM).  Acho dingo: esquenta o pé e deixa a gente com arzinho meio vintage, mas moderinho! Quem gosta?

+ Todos os manequins da TopShop estão assim, tipo japonês: em duplinha! HAHA #valorizo

29jul

A novidade fez o coração bater mais forte, com certeza. Estava eu entre uma aula e outra da St. Martins quando vi um cartaz na parede da escola: a Forever 21 iria desembarcar em Londres. (!!!!)

Por que a gente gosta tanto? Por um simples motivo: ela é como se fosse a Zara numa constate liquidação. E quem não gosta de roupas com informação de moda com um preço mais que acessível?

 

Vocês sabiam que a nossa querida Forévis existe desde 1984? (ano que nasci! Amei tanto!) e que na verdade se chamava Fashion 21? Apesar de ter sido criada em Los Angeles, na Califórina, ela foi obra do senhor sul coreano Dong-Won Chang e de sua esposa , a senhora Jin Sooos.  Seis meses depois de abrirem a loja já vendiam horrores e decidiram rebatizar o negócio.

Bom, já falamos aqui que fast fashion não significa apenas vender roupa barata (quem não lembra super vale o clique), e podemos dizer que a Forever cumpre muito bem seu papel nesse sistema de democratização/revolução fashion. Acreditem ou não, o circuito de uma peça dentro dessa grife (desde alguém pensar na roupa e ela chegar às araras) varia entre uma (!!) e seis semanas. Deixa pra trás muita gente que só produz uma coleção a cada mudança de estação, né?

Forever 21 na terça-feira (27.07): quase tudo pronto…

Para a abertura na quarta (28.07)

Fui até a loja mais no finalzinho da tarde porque tive aula o dia todo, então não peguei fila para entrar… Entretanto lá dentro, meu Deus do céu! Nunca vi tanto europeu perdendo a compostura hahaha. Ok, tinha muito estrangeiro (oi, eu!), mas mesmo assim, as vendedoras mal podiam dar conta de arrumar o que todo mundo puxava das araras.

O legal de fast fashion (como contei aqui) é que as peças da loja variam de acordo com o país em que estão instaladas – dizer que a Zara da Europa é melhor que a Zara no Brasil, por exemplo, é uma grande besteira. A Zara de Paris produz peças de acordo com as vendas de lá, a do Brasil, com as vendas daqui. Não é que uma é melhor que a outra. É que um consumidor pede coisas que a outra não pede. Simples assim.

Em função desse “sistema”eu estava bem curiosa para ver o que a Forever iria colocar à venda na estação londrinha, afinal, na terra da rainha existe a maior profusão de estilos de todo o universo fashion, será que eles conseguiriam atender a todos? E preço? Seria tão bom quanto o das lojas norte-americanas?

A resposta é sim, todas as tribos!

E sim, pode conferir o preço que é bom mesmo, amiga!

Aqui para Londres vieram todas as linhas da Forévis, são elas:

+ Forever 21 em si: principal linha da marca, com roupas, acessórios, lingeries e sapatos, tudo bem trendy, cheio de informação de moda!

Heritage1981: linha com uma carinha mais vintage, também com roupas, acessórios etc e tals

+ For Love21: toda a parte de acessórios – e são infinitos!! Anéis por 3 libras, super colares por 6, combo de pulseiras por 4… ma Festa do complemento!

Forever 21+: com moda plus size

+ Love21: uma linha assim, mais ladylike, sabe como? Mais vestidos, camisas mais fechadinhas… Super vale procurar look de trabalho aqui.

+ Forever 21 Twist: coleções cápsula lançadas a cada um mês e meio mais ou menos. Já existiram: Cirque 21, Twist of Punk, Ballet- Tutu Cute, Disco 21, Tres Paris, Rocker Babes, Twisted Wonderland, All Dolled Up, I Love Nerds, Street Chic, and Boy Meets Girl. Vale a pena perguntar para a vendedora qual a Twist da vez!

+ Forever 21 girls: para fashionistas com menos de 16 anos…

+ 21Men: porque eles também podem – e devem – gostar de comprar bem e barato!

Como as lojas da Forever são sempre muito grandes (isso existe por contrato para abrir uma filial) a muvuca meio que impera no ambiente e várias peças acabam brincando de dança das araras e “fugindo” das suas famílias de origem. Quem nunca entrou em uma (ou quem sempre vai, mas fica perdida e nunca consegue achar nada) fica a dica de procurar peças a partir das linhas! Tenho muitas coisas de lá e, posso falar? Forévis faz uma mega diferença no meu closet!

+ Lembrando que a gente não compra mais nada sem experimentar, hein?

 

28jul

A moda vive perambulando pela linha do tempo da história, né? Acho que é uma das referências mais diretas que a gente pode fazer com determinados tipos de silhueta e de visual. Tipo: você olha uma saia longa florida, tchá, anos 1970. Cinturinha bem baixa e vestido mais soltinho, venha anos 1920! Ombreiras? 1980 it is…

Mas, além do livro de história, a moda também anda fazendo alguns passeios geográficos pelo globo. A viagem em si não é nova  - Issey MiyakeYohji Yamamoto e Kenzo, por exemplo, foram responsáveis por virar o olhar do ocidente para a silhueta japonesa/oriental na década de 1970… – mas o destino sim: África, aqui vamos nós!

Algumas opções na TopShop da Oxford Street. Os preços variam entre 18 e 35 pounds!

Eu gosto bastante dessa onda “africana”. Sinto uma coisa meio: mulher guerreira na selva de pedra, sabe como? (parênteses para viagem da blogueira: já repararam que a moda sempre nos coloca diante de propostas “batalhadoras”? Já foi a vez da sandália gladiadora, da bota militar…enfim, volta Helô, Helô), mas, com certeza, não quero ficar caricata nem que me perguntem onde é a festa à fantasia correto? Por isso, procurei colares que tivessem referência com meu estilo e com peças que já fazem meu repertório.

Arrematei esses dois aqui ó:

Um com pedraria rústica turquesa (essa cor fica linda em qualquer tom de pele) com um pouco de strass; outro em tons de caramelo (cor que adoro e acho super chique) mais estruturado. Os dois, na altura do colo pra ficar feminino na medida!

+ Assim eu entro na moda, mas não saio de mim! =)

28jul

Uma das coisas mais legais dos cursos aqui na Central St. Martins é que as aulas não são, necessariamente, dentro da sala de aula. Muitas das tarefas do dia-a-dia envolvem idas às lojas da redondeza – a faculdade fica em Charing Cross, pertinho da Oxford Street, da Regent Street e dos brechós do SoHo que contei aqui – então, acaba rolando toda uma movimentação in loco mesmo.

Fora que, em Londres, você pode comprar uma roupa, devolver na loja e pegar o dinheiro de volta caso tenha se arrependido – o que incrementa mais ainda as produções de looks dos alunos da faculdade, que fazem trabalhos com peças bem fresquinhas que estão nas vitrines righ here, right now.

Bom, hoje foi a vez de darmos um pulinho às nossas queridas, amadas, salve-salve, fast fashions! O objetivo? Cada um deveria ser personal stylist do outro e montar diferentes visuais, tudo a gosto do cliente, claro. As escolhidas foram as clássicas: H&M, TopShop e Zara. E aí que entre um “tá muito gata” e outro, todo mundo acabou fazendo umas comprinhas e eu pude (antes tarde do que nunca) perceber como é IMPORTANTE experimentar antes de comprar.

Eu sou a rainha das compras sem experimentação. Olhava, achava bonito e comprava (ainda mais em fast fashion). Por não ter muita dificuldade de tamanho (sou meio magrinha) nem me importava muito com a numeração porque “para tudo se dava um jeito”, pensava eu. Coitadinha de mim… Roupas e roupas entulhadas no armário que nunca viram a cor da vida! E eu nem sabia o motivo.

Acontece que não é porque uma roupa está bonita na arara, ou na vitrine, ou no look da amiga que está no provador, que ela vai ficar bem em você. Tem que vestir, olhar, reolhar no espelho e, ao se perguntar, “tô digna?”, a resposta ser um alto e sonoro S-I-M. Caso contrário, passe para a próxima!

O legal é que partindo do principio “não comprarei sem experimentar”, você já sofre menos logo de cara. Porque já bate uma nano preguiça de separar absolutamente tudo da loja (risos). Conseqüência? Menos roupa nos braços para ter que editar na hora de ir para o caixa.

O amor pode ser a primeira vista, mas a compra vai ter que ter test drive a partir de agora. Estamos combinadas?