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festa

Sorteio de um look festa pra vcs!

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Um jeito fácil de aderir a onda tribal

camafeu

Você vai querer um camafeu, sabia?

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verde com verde

20jul

Eu sempre sofri com essa história de que um bom olho não existe sem curvex. Gentê: eu me sentia em plena tortura da Idade Média puxando meu cílios pra fora com aquele ziriguidum.

Mas, como tudo na vida, eis que vem a salvação! O Cássio – que arrasa nas escovas do salão GreenDoor aqui em São Paulo – me deu de presente o Diorshow Maximizer’ Lash Plumping Serum e revolucionou meu olhar 43! (risos)

O DiorShow Maximizer é como se fosse um pré-rímel (branco) que deixa os cílios super levantados e prontos para receber a aplicação da máscara preta em si. Normalmente, depois desse serum, eu passo dois produtinhos quando quero olho bem marcado: a Audacious Lashes da Eudora (R$ 45), e a Define-Lash da Maybelline (US$ 13). Enfim, estou usando todo dia mesmo esse da Dior e amando muito! Na Amazon tem à venda por US$ 28, e no Strawberry.net tem por US$ 36.  Fim de semana viajo e vou ver quanto está no freeshop, aí atualizo o post, tá?


+ A escova do Cássio é uma das melhores de São Paulo e tem preço super amigo! Quem quiser experimentar, o Green Door fica na Rua Sodré, aqui no Itaim Bibi. O tel de lá é o (11) 3044-0199

 

19jul

Eu gosto das irmãs Olsen. Claro, tem gente que diz que são excêntricas, exóticas e até oversized demais. Mas, se elas não fizerem isso, quem é que vai fazer? Não sei vocês, mas eu estou fora de celebridade com look monótono.

Por isso, hoje de manhã, fui correndo olhar as fotinhos do lançamento da primeira linha de bolsas da The Row – marca comandada pelas loirinhas monozigóticas.

Imagine o seguinte: se você pudesse ter todas os modelos de bolsa (em todas as cores) da Hermés, da Chanel, da Louis Vuitton e de qualquer outra marca que você pudesse pensar, o que mais você poderia desejar? Exclusividade, talvez?

Acho que esse foi o norte das meninas na hora de desenvolver essa nova linha de bolsas. Quando olhei os modelos, tive uma sensação de… “te conheço”, mas não de “deja vu”, sabe como? Penso eu que, para uma moda ser assim mais comercial, esse sentimento é condição sine qua non para sucesso de vendas.

Vamos dar uma olhadinha:

Peças com carinha mais executiva, com material de primeira qualidade e preço que ataca qualquer colesterol de tão salgado, hein?

O legal é que (como aprendemos aqui) a moda vive de adaptações, e é a criatividade na hora de adaptar tal moda ao nosso universo que conta pontos na escala de estilo – mais do que a nossa criatividade na hora de pensar em mil maneiras de assaltar um banco! Hahaha

Se quando o assunto é roupa as estampas animalescas estão em alta (oncinha, píton, zebra e floresta adentro) na hora de falarmos sobre acessórios não poderia ser diferente: imitações de couro e de diferentes texturas de pele de animal (crocodilo, tartaruga, cobra…) podem atualizar o look e deixar a gente com um visual de inverno bem incrível. Vale garimpar!

+ Todos os modelos da linha de bolsas da The Row estão à venda na Barneys de Nova York.

 

 

19jul

Aqui no Sanduba a gente sempre fala de história e de moda mas, e o passado da própria moda, fica como?

Eu sempre me perguntei como é que essa coisa toda de mudança de tendências tinha começado e, quando descobri, fiquei super com vontade de contar para vocês!

Olha só:

Lá pelo fim da Idade Média, quando a burguesia já começava a ter um dinheirinho extra, sempre que alguém da nobreza aparecia para um passeio público, ou uma missa assim, mais importante, as madames ficavam de olho no que essas “bem nascidas” estavam usando e, depois, mandavam suas costureiras particulares copiarem tudo.  Como a gente bem pode imaginar, as “copiadas” ficavam bem bravas e tratavam logo de inventar um novo jeito de amarrar o lenço, ou achar um tecido diferenciado para a saia, uma bolsa que ninguém tinha igual e por aí vaí… Aí que surgiu o conceito de “estar na moda”. Interessante, né?

Porque essa nobreza (de estilo) continua: seja nos anônimos das fotografias de moda de rua, seja nas celebridades de Hollywood ou da televisão, a moda sempre parte de uma admiração, seguida da vontade de ser igual. E não há mal nenhum nisso. =)

 

18jul

Post um pouquinho atrasado, mas como informação de moda não tem timing, resolvi colocar no ar mesmo assim! É que semana passada rolou um jantar/festinha na casa de Carla Silvarolli (da Corello) em torno das blogueiras Kelly Framel (a.k.a Glamourai) e Carol Engman, do Fashion Squad, aqui em São Paulo. Vamos aos looks?

O preto reinou belíssimo, hein?

++ Bia Perotti foi de vestido vermelho, mas arrasou com a combinação preta que foi por baixo e sapatos pesados. Marina Sanvicente foi no clássico preto e branco, mas quebrou o visual com lenço de seda amarrado à bolsa (ótimo truque de styling), já Carla escolheu um pretinho nada básico (gosto bastante de decote geométrico como esse!)

++ Eu, Lalá e Gabi Silvarolli elegemos o básico como “base” do look. Engraçado que cada uma escolheu um tipo de preto: eu fui de bermudinha de matelassê (essa é da DressTo), Lalá de calça de couro (adorei o colar por fora da gola fechada! Ficou muito chique!) e Gabi toda trabalhada no paetê.

++ Sophia Alckmin, Renata Castro e Cami Coutinho arrasaram nas texturas! Sophia foi de saia de paetês (já falamos de brilho aqui, lembra?) Rê apostou na renda nude e Cami no colete durado (adoro esse formato de colete mais compridinho! Super alonga a silhueta)

++  Cacá Garcia e Carol Engmam fora de look todo branco, mas colocaram sapato preto para dar aquela “invernizada” no visual. É um truque bem bom para não ficar com carinha de reveillon, viu meninas?! Já Bruna uniu duas tendências e ficou bem digna: oncinha + azul bic!

++ Para terminar, mais produções “man in black”: Kelly de vestido geométrico (super vale apostar nessa modelagem pra fugir do pretinho báscio), Maria Prata toda trabalhada nos aviamentos dourados (tendência militar nada óbvia!) e Alice Ferraz no vestido de seda longo transpassado! =)

E aí, meninas, gostaram?

 

17jul

“Primeiro fazemos nossos hábitos. Depois, nossos hábitos nos fazem”.

John Dryden

16jul

Final de semana é sempre momento de colocar o pé na estrada…

Estou super nesse clima de visual todo branco! Acho que fica mais legal se a gente misturar texturas, né? A saia da DressTo é de lãzinha, a t’shirt de algodão bem fininho é J Chermann, a bolsa – conhecida de vocês hohoMarisa – colar Animale, sacola de viagem marrom comprada pelo meu papi em Acapulco – e que eu mini roubei (risos) e anéis Duza (pra variar!#viciada)

+ Rafa e Bela, o presente ali no porta mala é o mimo do lindo lindo de mamãe que ainda não coloquei no correio! =)

fotos: Sérgio Caddah


14jul

Há algum tempo atrás, publiquei um texto sobre a necessidade de aceitar elogios chamado “Como vai a sua poupança de auto-estima”, vocês lembram?

Adorei os comentários do post Roupa para o primeiro encontro. O assunto rendeu tanto que senti a vontade de escrever esse post aqui, pra falar um pouco sobre aquela nossa insegurança na hora de se vestir, sabe?

Levanta a mão quem nunca abriu o armário e pensou “Poxa vida, não tenho nada para usar”?

Pelo que eu me lembre, na primeira vez em que passei por essa situação foi quando pensei que gostaria de trabalhar com moda. Naquele momento, a roupa (ou a falta dela) se tornou tão importante e tão protagonista de um sentimento de possível alegria, que eu fiquei com vontade de aprender tudo sobre ela. Mal sabia eu que o problema não era a pseudo falta de roupa, mas o fato de eu não saber coordená-las de um jeito que me agradasse.

Os anos se passaram e eu acabei diminuindo razoavelmente o tempo que fico olhando para o armário como quem olha para a geladeira no meio da madrugada (sempre com grandes exceções, claro). O que mudou? Os elogios que recebi ao longo do caminho. Ou melhor, a forma com a qual os aceitei.

Acho que é exatamente o “aceitar elogios” ao longo dos vários looks dessa vida que nos dá segurança para nos sentirmos cada vez mais nós mesmas. Como se fosse uma poupança de auto-estima, sabe? A gente costuma deixar esse saldo tão no negativo, não é mesmo? E, afinal, a segurança-fashion é mais ou menos igual à nossa segurança na vida amorosa, no trabalho, na família… Conforme vamos acertando, nos sentimos mais fortes (e seguras) para seguir em frente. O elogio de terceiros reforça isso, com certeza.

Claro que não vamos deixar essa conta no azul da noite para o dia. Mas, com o exercício diário de “missão cumprida” para com cada uma de nós, podemos, muito em breve, colher alguns juros aqui e acolá… Só por hoje, vou entender aquele olhar 43 como elogio e não como xaveco furado. Só por hoje quando minha mãe falar que estou linda eu vou concordar. Só por hoje vou responder “obrigada, também acho que fico bem nessa saia” no lugar de “você achou essa saia linda? Menina, comprei numa liquidação incrível….” – afinal, o que faz a saia bonita somos nós e não a própria peça… Só por hoje…todo dia… a partir de agora.

Tá, e olha agora a campanha da Dove que está rolando na televisão (quase morri!!)

Pior que é a mais pura verdade, não? De 0 a 10, qual a dificuldade que vocês têm de aceitar algo bom dito a respeito de vocês?

Achei super válido repetir esse texto aqui no blog e compartilhar esse comercial com vocês! Quem sabe, a partir de agora, no lugar de ficar vermelha não sai um sorriso, não é mesmo?

E essa semana enviei para alguns amigos de Facebook (add aê!) um pedido para participação em um aplicativo muito engraçado! Funciona assim: você clica nesse link, seleciona alguns contatos para enviar as perguntas, todo mundo responde que elogio combina mais com você e, tcharan: você tem um avatar só com elogio das amigas! Olha só como ficou o meu:

Adorei!

+ E está rolando um debate sobre essa pesquisa da Dove – de as mulheres serem  piores que os homens quando o assunto é auto-crítica quando o assunto é beleza – entra lá e participa do bate papo se você também comete bullying com você mesma! =)

13jul

Sim: colete de pelo aumenta visualmente a silhueta e faz a gente parecer mais gordinha. A solução? Investir em coletes alongados!

Colete “crescido”

Vale usar com visual monocromático (como o verde na passarela da Diane). Na vida real, pode ser: colete cinza + calça de alfaiataria mescla + camisa de seda branca ou chumbo; colete de pelo preto + legging que imita couro preta + camisa de manga longa preta… E por aí vai! =)

 

13jul

A mulher que não gosta de colecionar produtos de beleza que atire o primeiro blush.

Eu, por exemplo, faço coleções de sombras, batons, esmaltes e de alguns outros produtos que nunca usei mas que insisto em guardar, jurando para mim mesma que, algum dia, posso precisar daquele mimo. Só que com essa atitude – um tanto quanto egoísta, confesso,- acabo privando alguma moça da alergia de sair por aí toda trabalhada no make e ainda superloto meu banheiro. Fica pior: os produtos de beleza, normalmente, não tem uma longa vida de validade:

Hora da faxina?

Fiquei mega infeliz quando descobri que o tempo de validade de um esmalte é de um ano (ai, minha coleção!). Diz que ele vai perdendo o tom, descasca mais rápido e faz a unha ficar manchada se expirar o prazo. Snif! Já quando o assunto é rímel, o problema é quando ele empelota – e vira parque de diversões para bactérias. Tem que jogar fora mesmo. Nada de tentar salvar! No caso dos perfumes, as coisas não são tão drásticas assim: ideal é não manter o uso por até dois anos, mas ninguém vai morrer se continuar usando um frasco depois disso. Só acontece de diminuir a fixação, mas só.  Para terminar, creminhos milagrosos: o problema vem de nossas mãos! Porque a gente tem que colocar o dedo dentro do pote para “captar” o o material e isso faz com que haja tipo uma troca não desejada de bactérias, que pode causar irritações mais tarde.

+ Melhor doar antes disso, não concordam?

 

13jul

Se grandes marcas como Chanel, Louis Vuitton, Celine etc e tals influenciam a gente, o quanto não é legal saber que elas também se movimentam por nossa causa?

Explico: se antes essas marcas de prêt-a-porter faziam apenas duas coleções por ano (primavera-verão; outono-inverno), com a atual velocidade do consumo e da produção de informação, até mesmo esses grandes nomes tiveram que se reiventar para não ficar de fora do buxixo e, voilá, eis que surgiram as resort collections! Uma espécie de coleção intermediária, que deixa as araras abastecidas entre um grande desfile e outro.

Dando uma passeada pelo site da Vogue USA achei essas três possíveis apostas – e fiquei morrendo de vontade de usar já:

COCKTAIL TROPICAL: sabe quando você tem uma festa mas não quer usar preto? Então: arrasa com estampa tropical! Tipo flores, frutas, paisagens… Quanto mais estruturadinho melhor, porque tem mais carinha de festa mesmo. Aliás, essa estampa foi febre entre algumas celebridades na semana passada. Quem viu?

Denise Van Outen, Olivia Palermo, Rebecca Ferguson, Elen Rivas: todas trabalhadas na Zara – vestido de (pausa dramática)- 70 libras

FESTA DO PIJAMA: Diz que a moda é autofágica (ela mesma se poda) e que uma estação (ou nova aposta) sempre vem para negar a anterior. Antigamente isso acontecia a cada seis meses. Atualmente, quase a cada novo dia quando a gente abre o Twitter para aquela atualização diária das novidades. Se ontem a gente falava de paetês (ontem mesmo!) hoje a gente já fica com vontade de sair de pijama na rua. Ri bastante quando vi essa proposta, porque mês passado fiz uma mini encomenda na Basthianna e, nela, estava inclusiva uma bermudinha de pijama em seda preta! Assim que chegar posto aqui. #ansiosa

RENDA VIVA: Eu estava meeega cansada de matérias em revistas chamadas “Renda-se”. Acho que vi pelos menos umas 20 (literalmente falando, rs). E aÍ, vem essa linda da moda e nos coloca diante de uma proposta belíssima dessas: renda ultra colorida! Quanto mais vibrante e elétrico melhor. Pensando em tingir algumas peças se não achar no shopping viu…