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festa

Sorteio de um look festa pra vcs!

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Um jeito fácil de aderir a onda tribal

camafeu

Você vai querer um camafeu, sabia?

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verde com verde

07jun

Há algum tempo fiz um post sobre o tipo de tresse usando pela Bottega Veneta (acho que a marca mais conhecida do mundo quando o assunto é trançado em couro). Bom, as bolsa da marca italiana são lindas, isso é fato, mas a verdade é que não é todo dia que a gente tem 2 mil dólares para torrar numa bolsa Rsrs Pois bem, qual a minha supresa – e alegria – quando ao passear pelos stands do Salão Internacional do Couro, em Gramado, encontrei uma marca tupiniquim que há 20 anos se especializou nessa arte?

A Drizza é um daquele tipo de fornecedor que contei aqui, assim sendo, várias marcas compram dela para revenderem depois. Tipo: quando a gente passeia pelas Bergdorf, Neiman Marcus, HarrodsSaks e outras lojas de departamento bafos da vida, já cruzamos muitas vezes com produtos feitos por essa empresa – que trabalha com material 100% couro e faz bolsa a bolsa a mão, sem nenhuma máquina, um produto de luxo mesmo – , mas não sabemos – porque cada grife acaba colocando sua própria etiqueta e muitos cifrões extras. Acho injusto. Hoho

Bom, aconteceu um processo bem engraçado durante minha passagem pela feira: como os fornecedores estão acostumados a lidar diretamente com lojistas – e não com consumidores finais, como eu e vocês, eles não gostavam muito das fotos – acho que tinham medo de reprodução – por isso, em nome da informação – a blogueira aqui teve que jogar muito charme e distribuir muito sorriso pelo conteúdo a seguir! Hahaha Aproiveitem! Ah, sim, no final do post deixo o contato certinho, mas adianto que pedi o preço de varejo, só que como eles estavam fazendo vendas para o atacado, a conta foi feita na hora, então pode ter alguma variação (pequena) para quem quiser comprar pelo email. Mesmo assim, acho que vale muito a pena para quem tem vontade de ter uma bolsa de luxo, com muita qualidade e com design bacana – sem gastar rios de dinheiro, claro. Por que esse extra, na verdade, a gente paga mesmo é pelo nome e pela etiqueta que vem dentro quando compramos lá fora. Ironias da vida…

Tresse mais espesso em couro na cor laranja…

Tresse – pequeno e grande todos ao mesmo tempo -, por isso chamado 3D, já que cria essa imagem de várias dimensões…

Bauzinho com tresse bicolor na diagonal…

Tresse vermelho com alça longa…

Tresse em cour verde na diagonal (tem um efeito super bonito!)

Carteira em tresse branco (esse modelo bem mole é super tendência!)

Tresse na horizontal (o modelo lembra um pouco a Lady Dior, né? Adorei. Tem a referência mas não é nada óbvio…)

Toda branca (a cara do inverno que vem com muita peça branca) com tresse em cruz

 

Bolsa bauzinho (muitos modelos assim lá na feira)

Tressê com couro liso em marrom e preto…

Jandir Eckhardt, que estava por lá cuidando das vendas da Drizza, me disse que cada bolsa demora, em média, até quatro dias para ficar pronta – dependendo do tamanho, claro. Em nenhum momento elas passam por máquina, é tudo super feito manualmente. Bacana, né?

DRIZZA: Rua Cândido Giongo, 535, Roca Sales, Rio Grande do Sul

Compras pelo tel.: (51) 3753 – 1256 ou jandireck@hotmail.com e jandir@drizza.com.br

 

05jun

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.

Fernando Pessoa

03jun

Se tem uma coisa que estou amando nessas minhas viagens pelo Brasil – além de conhecer pessoas super queridas, claro -, é poder entender um pouco mais como funciona o mercado de moda tupiniquim.

A gente está tão acostumado a chegar no shopping e já ver ali o produto final, prontinho e até com dicas de como usar, que o único pensamento é se vamos passar no cartão ou fazer cheque, e nem pensamos muito em tudo que aconteceu para aquela peça estar ali ao nosso dispor. Por isso fiquei super feliz com o convite do pessoal do Salão Internacional do Couro e do Calçado – que acontece duas vezes por ano em Gramado, no Rio Grande do Sul – para conhecer um pouco o funcionamento desse mundo de pré-venda de produtos.

Imagina o seguinte: se a gente precisa ir até a loja para comprar uma bolsa, essa loja também foi até alguma outra loja para comprar a matéria-prima para fazer aquele produto, certo? Bom, quase isso. Algumas lojas tem confecção própria e só compram mesmo a matéria-prima para desenvolverem suas coleções. Outras, já recebem essa peça prontinha para a venda, e por isso precisam do que a gente chama de fornecedores. O trabalho do fornecedor é bem bacana: porque ele não somente produz o material de que é feito a peça, mas faz o corte dela, a pesquisa de modelos, o desenvolvimento, o acabamento… E aí cabe ao lojistas (tanto de multimarcas como de lojas próprias mesmo) ter bom olho para saber o que vale e o que não vale comprar na temporada. Sem contar que o fornecedores tem que saber tudo antes (tendências, apostas, inspirações) pois eles são os primeiros a produzir a moda que a gente vai desejar lá na frente.

A feira que acontece em Gramado existe há 11 anos, e nessa última edição contou com mais 800 expositores, já mostrando as apostas para a primavera verão 2012! Como aqui no Sanduba a gente adora um pouco de história, vamos fazer uma geral pelos cartazes de todas as edições (olha que legal como o sapato “principal” também vai mudando: de scarpin fechado, para aberto, passando pela bota, sandálias de festas – com salto mais grosso lá em 2006, bem vigência na época -, anabelas e, o desta edição, uma coisa meio Lady Gaga em neon).

Como podem imaginar, pirulitei por vários stands, fiz várias fotos e tive mini aula sobre os diferentes tipos de couro. O legal é que como os fornecedores participam de todo o processo, acabam por entender muuuuito do produto final. Sorte a nossa! Que ficamos bem mais espertinhas no assunto! (ah, sim todo o material usado para a fabricação dos produtos é vindo do couro da cadeia alimentar, tá?).

Tô meio que brincando de corrida maluca, né? Agora estou em São Paulo, mas amanhã volto para o Rio – quem estiver por lá e quiser bater papinho sobre moda, passa no restaurante Stuzzi, do Leblon, a partir das 13h – e ainda pego os últimos dias do Fashion Rio, mas prometo postar tudinho da feira nos próximos dias!

Enquanto isso, vou deixar vocês com uma informação que revolucionou minha vida – nunca mais compro sapato do mesmo jeito! Peço desculpas pela cara de soninho, mas quem acompanhou a saga no twitter viu que nos últimos três dias dormi menos de 10 horas. Nesse dia do vídeo, por exemplo, virei a noite sem dormir para pegar o voô Rio-Porto Alegre às 7 da manhã! Cheguei no sul e fui direto pra feira! Rsrs Mas eu não sou modelo nem apresentadora, né, poxa, e o que vale é a informação! Não vou deixar de colocar o vídeo aqui por esse simples detalhe…

*O Sanduba anda cheio de vídeos, né? Vocês estão gostando ou preferem com montagens de foto mesmo? Quero saber!

 

02jun

Como a gente conversou nesse post aqui, semana de moda é um ótimo lugar para aproveitar a sabedoria das pessoas que a gente não vê todo dia. Pois bem, embalei no Fashion Rio e pedi que Gloria Kalil falasse um pouquinho de moda (e dessa onda saia longa – pantalona – palazzo pants) especialmente para o Sanduba, que tal?

Um bate papo rapidinho, bem assim entre um desfile e outro lá no lounge do Chic, mas uma aula com certeza! Só apertar o play….

Já contei que o hotel das semanas de moda é tipo acampamento, né? Porque fica toda a imprensa reunida (e trabalhando madrugadas adentro) então sempre rola um café da manhã de excursão, emprestar um fio de máquina fotográfica aqui, uma dúvida sobre moda acolá, uma festa dos computadores pra lá… Numa dessas o Higor – repórter do Chic – me pediu que  brincasse de cinegrafista por um dia para uma mini ajuda em um trabalho da faculdade (ele faz jornalismo na Anhembi Morumbi e trabalha na redação do Chic há dois anos)…

A entrevistada? Sua chefa, Gloria Kalil (que teve mini overdose de mim esse dia Rsrs), e lá fomos os dois para a suite dela lá no QG da imprensa do Fashion Rio. Achei o bate papo tão incrível que na hora pedi/informei ao Higor que iria publicar o conteúdo aqui para vocês, né? Não poderia deixar de compartilhar com as leitoras esse material!

No bate papo, ela fala sobre a rotina em semana da moda, sobre a experiência com cobertura de desfiles e sobre o jornalismo de moda! Sei que várias meninas gostam do tema e desse mercado, então, ouçam com atenção as dicas de dona Glória, porque ela sabe o que fala!

Espero que tenham gostado! Eu fiz de tudo pra não tremer e ainda tentei fazer o Tarantino brincando com o zoom no final! Haha

* Quem vocês querem que eu “pegue” nos corredores na próxima vez? Lilian Pacce, Regina Guerreiro, Costanza Pascolato? Mandem perguntinhas também!

01jun

Temporada mega corrida aqui no Rio de Janeiro com o Fashion Business e o Fashion Rio (com direito a pulinho extra em São Paulo no sábado): muita roupa, muita gente bacana, muitos contatos legais – mas vou ter que deixar a semana de moda mais cedo porque vou para o sul do Brasil, mais precisamente para Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, onde participo do Salão Internacional do Couro e do Calçado – muitos sapatos e bolsas nos próximos dias aqui no Saduba! =)

Então, para dizer tchau para essa cidade maravilhosa, vou deixar com vocês a vista linda do meu quarto às 6h da manhã (blogueira não dorme!) e com look inspirado nesse céu maravilhoso… Beijocas e me sigam no twitter (@helogomes) para acompanhar essa próxima viagem! =)

Não tinha dito que achava interessante o visual “saia poderosa + t’shirt descolada” nesse post aqui? Pois escolhi esse modelo de chamois na cor laranja da Pat Pat, anabela de oncinha H&M (oncinha faz quase o mesmo efeito que sapato nude, viu gente. Dá aquela alongada bem amiga!), camiseta da IN LOVE – Fashion tees (que fiz post aqui); anel preto comprado na Feira de Caruaru, em Pernambuco, bolsa Marc by Marc Jacobs – da NK Store -, e óculos que roubei de Caio Braz na hora da foto – que gentilmente também fez os cliques! Hoho . Ele havia acabado de comprar esse modelito no Saara e eu amei! Aliás, na minha próxima visita ao Rio vou até lá fazer post! Dizem que é incrível!

See you!

01jun

Depois do Fashion Business (li que circularam mais de R$ 800 milhões entre lojistas e marcas durante a semana! Super legal, né?) é hora de ficar de olho nos desfiles do Fashion Rio, que acontecem no Píer Mauá durante os próximos dias. Não vou poder ficar por aqui até o final – logo logo conto o próximo destino do Sanduba -, mas, mesmo assim vou postando as propostas que mais gostei, okok?

Daquele jeito que a gente gosta (bem vida real) vamos ver o que já podemos levar das passarelas para os nossos looks de cada dia? Vem comigo! =)

ALESSA VERÃO 2012:

Na passarela: a coleção foi baseada nos cristais de murano (aliás, quando o assunto for vestido de festa, vale se inspirar nas pedras preciosas para escolher uma cor e um tom). Muita cintura marcada (principalmente com aquele tipo de cinto japonês, o obi, que a gente viu no desfile da Gucci)

Na vida real: vá de estampas digitalizadas – e com muito contraste. Marque a cinturinha!

Vale investir: macacão de festa! É um modelo mais esporte, então vale a pena procurar peças em matérias de “festa”, como: paetês, brilhos, seda, cetim… Vocês já me viram usando essa tendência num modelito da Tigresse aqui, modéstia a parte, gostei bastante!

ACQUASTUDIO VERÃO 2012:


Na passarela: art deco, art deco, art deco. O que é isso? (Estou preparando um post bem legal sobre isso, mas enquanto ele não fica pronto…), vamos definir esse movimento como um estilo bem geométrico e estilizado.

Na vida real: peças estruturadas – com dobraduras no próprio tecido, por exemplo; e muito tom pastel (ainda bem forte!). Posso falar? Adoro tom pastel. Ainda mais no verão! Dá uma sensação de leveza, suavidade…

Vale investir: colares tipo gargantilha. Mas use com o cabelo preso para ficar chique! E a fofura da bolsa de madeira com detalhes em seda – olha a mistura de texturas aí na sapucaí, gente!

PATACHOU VERÃO 2012


Na passarela: mais art deco, agora, com inspiração no edifício de 1940, Biarritz, do Rio. Muita seda, cetim lavado, renda e pique.

Na vida real: para quem gosta do estilo, vale abusar de estampas gráficas. Outra brincadeira bem legal foi a de não apenas misturar tecidos diferentes, mas juntá-los de forma oposta: um bem leve com um bem pesado. Vale se inspirar para looks do dia a dia.

Vale investir: colares pesados com pedraria e acrílico amarrados com fita de cetim (olha a mistura de materiais opostos leve x pesado que maravilha!)

2ND FLOOR VERÃO 2012

Na passarela: Plissados em musselina (nas blusas e em saias super bacanas) e bordados decorativos. Muitas marcas usaram miçanga, viu minha gente! Acho que esse tipo de bordado pode pegar no verão…

Na vida real: Sky bleach! Jeans ultra leve que promete ser queridinho no verão. O jeans é super meta top top pus lavado, parece até branco! Ah, sim, muita sobreposição – truque de styling, aliás, que é bem típico de marcas urbanas com ares esporte. Que tem esse estilo (veja qual o seu aqui) vale usar e abusar disso!

Vale investir: camisas de seda (sem mangas para o verão) com a gola fechada e com colar pesado por cima.

TOTEM VERÃO 2012:

Na passarela: cores primárias, visual esporte – muita regata e bermuda para as meninas -, e tudo bem oversized.

Na vida real: vermelho, coral, azul escuro, amarelo e branco em visual descomplicado: bermuda mais camiseta. O cinto deixa tudo mais elegantezinho.

Vale investir: macacão curtindo ou salopete com carinha de festa: com brilho, estampado chique (esse de concha é uma graça!)

SALINAS VERÃO 2012:


Na passarela: para terminar o dia, biquinis! Muita estampa nessa temporada e, preparam-se: a roupa de banho também entrou na onda do bicolor

Na vida real: vale procurar estampas bem miúdas, que de longe não aparecem tanto e não engordam visualmente. Achei muito digno essa borda do biquini colorida. Quero um pra mim.

Vale investir: biquini com duas cores

Obs: achei um biquini b-a-b-a-d-o da Vix que empina o bumbum! É um tipo de costura que faz o derrière ficar meio arrebitado (!!!!!!), post logo mais, prometo! =)

Fotos: Charles Naseh, do site Chic
31mai

Como no Sanduba existem leitoras dos mais diferentes mundos (que trabalham com moda, que querem trabalhar com moda, médicas, professoras, advogadas, arquitetas, dentistas, psicólogas, publicitárias, administradoras, economistas, donas de casa etc e tal) e, como nem tudo mundo já esteve presente a uma semana de moda, fiquei com vontade de contar para vocês como funciona um pouco desse mundo. Compartilho tantas coisas com vocês, porque não isso, não é mesmo?

Bom, acho que qualquer semana de moda tem, como fonte de informação e pauta, quatro pontos principais: o backstage, a fila A, a própria passarela e os corredores.

+ Para começar, vamos ao backstage, lugar onde tudo (realmente) começa. Eles variam muito de tamanho – em Nova York, por exemplo, chegam a ser galpões com mais de 300 metros quadrados, como foi o da Diesel. Em Londres, podem não ocupar mais que 50 metros quadrados, como foi no desfile da Issa London. (Aqui tem um video tour de lá). Tudo depende da quantidade de profissionais que estarão trabalhando no determinado desfile. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, os backstages normalmente são divididos em duas salas: uma para maquiagem e cabelo e outra separada especialmente para as roupas, onde todos os looks que vão entrar na passarela já ficam devidamente organizados e com fotos auto-explicativas de como a roupa deve ser vestida na modelo. Essa divisão é feita para facilitar a vida da imprensa, assim, um jornalista que vai fazer uma matéria de beleza não precisa ficar no empurra empurra com outro que vai fazer moda (ponto para a organização daqui!). É ótimo porque a gente consegue ver a roupa de pertinho, sentir o material e ver detalhes que na hora do desfile não conseguimos captar. Um dos meus momentos favoritos! =) Lá fora, para entrar no backstage é necessário convite, aqui no Brasil é necessário saber quem faz a assessoria de imprensa da marca, chegar cerca de uma hora antes do desfile e ficar na fila para entrar. Acho digno. Porque aqui, com organização, você consegue um bom material para seu veículo. Não existe essa de “sem convite não entra” como é lá fora. As pautas giram em torno de novidades em maquiagem, produções para o cabelo, dicas de beleza, produtos mais usados (um bom momento para fazer perguntas às modelos), inspiração da coleção (na hora de conversar com o estilista) e por aí vai…

Registros de momentos no backstage ao redor do mundo

+ Antes do desfile começar, tem o que chamamos de Fila A. Aqui é onde acontece aquele lado social do evento, sabe? Celebridades, famosos, editoras de moda, fica um zum zum zum de fotógrafos e jornalistas onde acontecem entrevistas informais. Nas semanas de moda lá de fora, existe um convite para entrar na sala de imprensa e pronto. Aqui no Brasil existe o que chamamos de selinho social, um adesivo que é colado no crachá de imprensa e o jornalista é liberado para entrar na sala de desfile apenas para conversar com os convidados, mas não para cobrir a passarela. Um bom momento para perguntinhas rápidas de moda (aos editores de revistas e sites), perguntar para aquela atriz que roupa ela está usando ou novidades profissionais, ou enquetes rapidinhas com personagens da moda. E claro, rola aquele momento tietagem total! É engraçado: nos primeiros desfiles das semanas de moda você sai correndo para entrevistas Constanza Pascolato, Regina Guerreiro, Lilian Pacce, Gloria Kalil, Erika Palomino, Lula Rodrigues, Deborah Bresser e outros feras da moda brasileira. No final eles não aguentam mais ver a nossa cara! Haha

E quando a gente aproveita e pede para Anna Dello Russo falar o nome do nosso blog! Aperta o play, é imperdível! =)

Bate-Papo com Anna Dello Russo from Lalá Noleto on Vimeo.

+ Depois, temos a passarela. Grande conhecida nossa! Sabe, tem muita gente que diz: “Ah, mas é essa roupa é muito excêntrica eu jamais usaria”. E aí eu pergunto: quando você vai no museu, por acaso, acha um quadro bonito ou feio apenas no caso de ele combinar ou não com a decoração da sua casa? Claro que não! A gente gosta de uma obra de arte pela qualidade da pincelada, pelo traço do pintor, pela mistura de cores na tela, pelo sentimento que ele causa na gente… E não necessariamente pela função que ela pode ter na nossa vida ou não. Gostamos pelo sentimento que causa em nós, e pronto. Com a passarela é mais ou menos assim. A gente não precisa pensar na funcionalidade daquilo, mas devemos levar em conta o apelo estético que determinada coleção tem. Claro que nesse nosso mundo capitalistas, o lado comercial da roupa e como aquilo vai chegar na loja  também conta, e muito – talvez essa seja a matemática que os estilistas tenham que calcular diariamente – mas a idéia, o subjetivo, a imaginação e a criação são os principais pontos de um desfile de moda. Não à toa, é chamado de fashion SHOW!

Momentos marcantes de alguns desfiles! Afinal, moda é sentimento!

+ Para terminar, as pautas conhecidas como “de corredor”. Essas foram as primeiras pautas que fiz na vida gente! =) Eram tipo enquetes, sabe? Perguntando que tendência ia pegar, ou quem ia vencer as eleições dos Estados Unidos e porque, quem a celebridade mais linda do momento e coisas do genêro. Tipo um: povo fala, sabe como? Acho que, atualmente, as melhores versões desse tipo de matéria são as belíssimas fotos de moda de rua que são clicadas durante a semana de moda. O que não deixa de ser um povo fala, só que em verão Sprite! Uma imagem vale mais que mil palavras… Rsrs Vocês já conhecem os mais famosos como Face Hunter (eu já sai lá gente! Tô pavorosa na foto, por isso não divulgo o link, mas estou lá! Haha), Jak & Jil de Tommy Ton, Sartorialist e por aí vai. Aqui no Brasil meus favoritos são Das Ruas, do Modices, e os cliques de Ana Clara Garmendia, no site da Vogue Brasil.

* E aí gente, gostaram do mini resumão? Em qual dessas “partes” vocês gostariam de ver mais posts?

 

 

 

30mai

Que saia plissada está na moda, todo mundo já sabe. A questão é: qual o melhor tecido na hora de escolher um modelito para nós?  Em seda – como na icônica imagem esvoaçante de Monroe, em – com carinha de inverno, em couro, como fez a Louis Vuitton, ou em tecidos sintéticos, que andam reinando pelas boas fast fashions mundo afora? Qual seria a melhor opção?

Bom, a gente sempre fala de como é importante dar preferência aos tecidos naturais – como a seda, o algodão, o cetim… -, e de como, normalmente, eles acabam sendo mais caros que os sintéticos (lycra, poliester, viscolycra). Mas a verdade é que quando o assunto são as dobraduras da saia, um material digamos, menos nobre, pode sevir muito bem às nossas vontades e desejos.

Diz que a saia plissada começou a ser produzida no século XVI, mas ganhou o coração das moças (e dos moços que as avistavam) no século XIX, principalmente a partir da década de 1920. A idéia era que a saia desse mais movimento ao corpo (a lycra ainda não tinha sido inventada) – já que naquele tempo, o ritmo foxtrot chamava todo mundo na pista. O plissado ganhou, inclusive, apelido especial: era a roupa de dançar! No Fashion Business, a marca Mary Zaide – que teve toda uma inspiração anos 1920 – com silhueta marcada abaixo do quadril e vestidinhos soltos – escolheu uma trilha sonora nesse clima para embalar as modelos. Olha só:

Voltando… Esse plissado da saia (quando o material usado é a seda) é feito com o calor do ferro e, por isso, perde facilmente a forma quando é usada. Joana Nolesco, da multimarca carioca Via Flores, me disse que às vezes a pessoa fica chateada, e até pensa em devolver a peça à loja, mas isso faz parte da estrutura da roupa e de toda a fluidez que acompanha essa tendência… Não podemos sofrer!

Belíssimos modelos em seda no desfile da Barbara Bela (já estão na minha wish list). Dá pra ver como o tecido acompanha o andar da modelo, mesmo por foto, não? Esse é o material que mais permite o movimento. Vai bem para quem é mais magrinha, porque marca bastante. Ah, a seda é bem romântica….

Dá um mini nervoso ao ver o plissado desmanchar (tenho uma da Tufi Duek de seda branca que amo de paixão, mas deixo para usar em ocasiões especiais Rsrs), só que o look fica tão elegante que acho a pena ter uma em casa.

Outra que gosto bastante (e indico a compra, ainda mais agora com o inverno chegando) são as plissadas feitas em . Comprei uma Sonia Rykiel lilás nessa última viagem à Nova York, longuete, e estou adorando usar com botas. Esquenta bastante e a dobradura fica bem intacta. É uma boa opção.

Saias plissadas em lã – esquentam, mas tem que usar com meia porque pinica muito, não tem jeito! Na Zara do Brasil tem. O preço gira em torno de R$ 200. A lã vai bem com todos os tipos de silhueta, porque é mais estruturadinha e, por isso, não marca todas as nossas curvinhas. A lã deixa o visual com carinha vintage

Para quem é mais fashion, vale apostar nos modelos de couro inspirados no desfile da Louis Vuitton. Elas são mais “pesadas” e, dependendo do material usado (couro mesmo ou alguma imitação) podem ser mais caras – na TopShop, por exemplo, saia por mais ou menos 100 e poucas libras. Mas tem um efeito muito bonito:

Desfile Louis Vuitton março de 2010 – saias em couro, material para as modernas!

O legal da saia plissada – e o motivo do título desse post – é que essa é uma tendência que pode ser adaptada a todos os tipos de bolsos ($$). Nossas queridas fast fashions estão fazendo suas verões misturando elastanto, polyester e até mesmo acrílico com a lã, o couro e a seda, o que deixa a roupa bem mais baratinha e, o mais legal: o plissado feito com dobradura e costura em tecidos sintéticos, não corre o risco de desmanchar, nem de amassar! Só procurar a que mais combina com seu estilo.

Tem coisa mais legal? Mais barato, e mais duradouro! Por isso, não tenham medo de comprar saias plissadas em material sintético! Mesmo que sejam 100%, viu. Arrematei uma preta toda feita em polyester na Urban Outfitters, que faz um visual super legal e o plissado fica perfeitinho. ;)

E quem acha que vai ficar muito gordinha visualmente por conta desse volume extra, vale procurar modelos em que o plissado começe no quadril, e não no cós. De verdade: pode  vestir bem melhor que até mesmo uma saia lápis.

29mai

“E assim como a primavera, eu me deixei cortar para vir mais forte…”

Da nossa musa Clarice Lispector. Pra gente perder medo das mudanças… E das perdas…

28mai

Oie gente! Como havia dito, vai rolar encontrinho F Hits lá no Rio de Janeiro! Almoço com menu delícia, no restaurante Le Vin da Barra, juntamente com o blog Modices – de Carlinha Lemos, e Pati Mattos – do Le Blog.

Queria poder convidar todo mundo para o almoço (snif, snif) mas vai ser uma coisa bem petit comité, assim todas podem se conhecer melhor e trocar figurinhas com mais tranqüilidade. Moda, tendências e apostas do Fashion Rio nos trending topics certeza!

Então… Vou sortear três nomes que comentarem aqui até amanhã (domingo), até meia noite, tá?  Só deixar o comentário nesse post mesmo. Espero vocês! =)

Atualizando! As sorteadas foram: Fernanda Romano, Ana Flávia e Fernanda Adriano. Já mandei email para vocês, girls! E olha, já estou organizando outro pra poder convidar todo mundo, tá? Prometo que não demora! =)