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festa

Sorteio de um look festa pra vcs!

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Um jeito fácil de aderir a onda tribal

camafeu

Você vai querer um camafeu, sabia?

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verde com verde

17mai

O bom de viajar (e fazer uma mala editada) é que a gente sempre acaba descobrindo aquela peça que pode ser a coringa do nosso armário – pelo menos durante uma temporada. No meu caso, posso dizer sem a menor sombra de dúvida, que essa roupa do momento é o cardigan de oncinha.

Foi o único casaquinho que levei nessa minha última viagem para o Nordeste e usei com tudo mesmo: vestido de festa a noite, bermudinha colorida no final da tarde, jeans para a pizza de domingo, vestido branco e salto colorido para a feijoada de sábado… Até na minha breve passagem pelo hospital de São Luis (sim gente, fiz um tour completo com direito a alergia e morfina) o cardigan de oncinha estava lá. Acho que o melhor modelo é aquele mais comprido (passando um pouco a linha do bumbum) e aberto na horizontal, vertical com botões. O meu é da Forever 21, mas já vi em várias lojas aqui no Brasil também, tipo na Marisa, na Zara, 284, na Bo.Bô, Thelure, Têca – no OQ Vestir, Daslu e por aí vai. Vale mesmo a compra!

15mai

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação pela qual devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.

O milho de pipoca não é aquilo o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.

O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer. Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.

Milho de pipoca que não passa pelo fogo, continua a ser milho de pipoca. Para sempre.

Assim acontece com a gente: as grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira…

São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que é o seu jeito de ser, mas, de repente, vem o fogo.

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor.

Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre.

Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo.

Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso diminui a possibilidade da grande transformação. Pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro, ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada…

A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: Bum!

E ela aparece como uma outra coisa, completamente diferente do que ela mesma nunca havia sonhado.

Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisas mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura.

O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém.

Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.

E aí, quem vocês querem ser: pipoca ou piruá?

14mai

Aqui no Sanduba estamos sempre falando da importância de adaptar as tendências e modismos ao nosso estilo e ao nosso biotipo, certo? Tá, e aí que me peguei pensando que nunca fiz um post relacionando diretamente os dois! #falhanossa!

Para ajudar no caso, vamos contar com a ajuda de cinco moçoilas fofas:

Porque além do nosso estilo, a gente também precisa levar em conta nosso tipo físico, né? Basicamente são 5 modelos de silhueta: a ampulheta (cintura mais fina que quadril e ombros), a triângulo (ombros mais largos que quadril); pêra, ou triângulo invertido (quadril mais largo que ombros) e oval (cintura mais larga que ombros e quadril). Cada uma tem uma cor, então vai ficar mais fácil de identificar nesse e em posts futuros! =)

Bom, vamos lá! Pensei em começar com uma modinha que tenho visto muito por aí – em blogs de moda de rua, nas vitrines, e nos looks das amigas: a camisa de alfaiataria. Vale em algodão, linho, chifon… Mas acho que a queridinha da temporada é a seda! ;)

Esse modelo é, na verdade, uma adaptação do conjunto terno-calça-camisa masculino, que pra gente vem acinturado e com botões mais trabalhados. Virou item essencial do guarda roupa feminino lá pela década de 1930, quando ninguém menos que Gabrielle Chanel começou a usar a peça em suas produções. Algumas atrizes de Hollywood, como Katherine Hepburn, adotaram na hora a idéia. Ah, sim, com a Segunda Guerra Mundial – e consequente entrada das mulheres no mercado de trabalho-, ela acabou virando coringa nos looks das trabalhadoras.

Vamos às inspirações?

1) Camisa (de linho) com bermuda de couro:  como a bermuda de couro é mais grossa – por vezes estruturada – vai bem para quem tem silhueta do tipo triângulo (tipo, busto grande). Não fica um visual desproporcional, sabe como? Além de ser um mix perfeito de texturas, típico de quem tem um estilo elegante. O salto alto (verde) dá o ar feminino e criativo.

2) Camisa com saia plissada: vai muito bem para quem tem silhueta tipo ampulheta. A saia plissada é volumosa e cria um efeito bem bonito no corpo. A camisa com bolsos (tipo militar) também cria essa ilusão de “volume”. Eu adorei a escolha da Olivia Palermo de uma bolsa rústica. Me achei porque comprei essa aqui bem parecida no Maranhão.

3) Camisa com calça skinny: ótima combinação para quem tem a silhueta tipo pêra. A idéia é comprar uma legging com cintura alta, assim a camisa (mais comprida que o bumbum, claro!), não marca nada. As cores que Olivia escolheu também estão belíssimas: vinho, preto e oncinha! Feminina, sexy e esportiva na medida. Adorei!

4) Camisa e saia da mesma cor com look monocromático: perfeito para silhueta do tipo oval. Usar camisa e saia da mesma cor (não precisa ser longa, ok?) ajuda a criar uma linha imaginária horizontal, que super alonga visualmente.

5) Para terminar, look que usei na inauguração da loja Morena Rosa em Maringá, no Paraná: acho que fica super feminino usar camisa (essa é da Costume) com saia bandage (Lolitta). Nos pés, espadrille, já que o evento era dentro de um shopping. Mais tarde rolou uma festa, ai coloquei um saltao preto fino mesmo. Bom para silhueta retângulo, tipo a minha: ombros e quadril do mesmo tamanho.

Lembrando que aqui tem post-descrição de todos os estilos (romântica, dramática, criativa, elegante, esportista). Clica lá para descobrir o seu logo! =)

+ E aí, gostaram desse formato de post para falar de tendências? Pensei em fazer o próximo sobre as palazzo pants, modelo que  Grazi estava usando na inauguração da Marisa, da Av. Paulista, que tal? Alguém aí tem algum pedido especial?

12mai

Quem vem a São Luis, tem que tirar pelo menos alguns dias para ir até o município vizinho, Barreirinhas, e conhecer os famosos Lençóis Maranhenses. Barreirinhas é como se fosse a ”porta de entrada” para as dunas dos lençois, onde grandes montanhas de areia se revezam com lagos e lagoas de água super clara. Tipo, o legal é passar o dia debaixo do sol curtindo a natureza e, a noite, sair pela cidade. Recomendo a pizza do Porto Preguiças Resort (peça a caipiroska de acerola) ou os bons drinks da piscina do Lençóis Flat. Hoho

Olha que pilota!

Rafa Albuquerque e Isabela Murad, – idealizadoras do Casar Bem e da Semana de Moda de São Luis do Maranhão, o São Luis Fashionsigam no twitter, gente! -, me convidaram para fazer o tradicional passeio de quadricículo pelas dunas. Acho que ficamos umas três horas subindo, descendo pelas areias (eu tive que ser rebocada só duas vezes por questões de atolamento, tá?). Ah, sim, vale a pena almoçar no famoso Paturi, no Caburé – uma faixa de areia que de um lado é o mar, do outro é o rio. Coisa mais linda!

Por do sol no Caburé! De lancha deu pra chegar pertinho pra fazer foto, dá pra ver ali atrás a água mais azul? #guaraná Jesus na mão

Motorista boa essa, hein? Rsrs

@Fernandinha_slz dando tchauzinho na garupa da moto do maridón, e o resto da turma lá na frente!

As responsáveis pela temporada “maranhense” do blog! Beijos pra elas!! =) =)

Além dessa belezura toda, a cidade ainda tem dois pontos incríveis para a compra de peças de artesanato feitas com a folha da palmeira Buriti – bem característica da região. São eles: o Centro do Artesanato e a loja Banzeiro. Fica um em frente ao outro, então não tem como errar.

Registros do Centro de Artesanato…

 

Bolsas de mão: (10 cm mais ou menos) R$ 15

As menores (cerca de 6 cm) saiam por R$ 10

É um clima tão família que fui escolhendo minhas coisas e paguei tudo no final. Aceita cartão, hein, Beckies (Bloom)!

E da Banzeiro…

Bolsas em torno de R$ 30

E antes que vocês briguem comigo (e para vocês verem que sempre me lembro de quem mora longe) ahá! A dona da Banzeiro disse que podia colocar o telefone aqui no blog, assim quem quiser pode comprar por telefone que e ela manda tudo pelo correio. Vale até para os modelos da feirinha, viu? Porque é tão pertinho que ela pode pegar ali na frente mesmo. Tel.: (98) 3349-1164. Não esquece de dizer que viu aqui no blog pra ela ficar contente! +)

Minhas comprinhas:

A louca das bolsas!

As peças maiores custam cerca de R$ 30 (como aquela em colour blocking), a marrom escura foi feita com folha de cupuaçu carnaúba (diz que esse material é mais famoso no Pará, mas aqui no Maranhão também tem produção significativa, comprei na Banzeiro) e essa mais do lado direito com vários tons de marrom, em madeira.

Zoom nos materiais:

Palha de buriti, cupuaço carnaúba, e madeira, que tal?

CASA DO ARTESANATO: Avenida Amapá, n 102, Barreirinhas, Maranhão. Tel.: (98) 3349 – 1358/ 8823-3056/ 81925799

BANZEIRO: Rua Inácio Neves, n 8, Praça do Trabalhador, Barreirinhas, Maranhão. Tel.: (98) 3349-1164

12mai

Eba! Estou com o video na íntegra da palestra que fiz durante o ModaCamp, no Instituto Europeu de Design Brasil no início do mês e, como prometido, vou compartilhar com vocês! =)

Lembrando que o meu tema para o encontro foi:

Blogs: o fast fashion do jornalismo

Assim como a revolução industrial impulsionou a democratização do vestuário, a revolução cibernética permitiu a quebra da hierarquia quando o assunto é informação de moda. Todos viramos interlocutores e receptores de uma mensagem, agora, reinventada a cada segundo, e não somente no verão e no inverno.

Queria falar um pouco sobre como nesse novo formato de comunicação não existem mais “donos da verdade”, e que nessa realidade, é como se a gente trocasse informações numa grande sala de bate-papo. Falei um pouco também sobre como a informação está chegando pra gente de um jeito diferente, tipo: se antes a gente saia de casa, ia até a banca de jornal, comprava uma revista e sentava pra ler, agora, a gente nem precisa se mexer para conseguir uma notícia. Quase como se uma rua mudasse de mão, sabe como? Antes: leitor-vai-até-a-notícia. Agora:notícia-vai-até-oleitor… Bom, melhor ver na íntergra, né? Rsrs

Espero que gostem! =)

 

Foto com algumas das leitoras mega fofas que ficaram de bate papo comigo depois da palestra! Adorei meninas! Super tks!! Ah, e um obrigado especial pra Fernanda Massarotto, do IED de Milão, pelo convite! =)

+ Para quem se interessa sobre o tema, sugiro a leitura de três livros: “O que o Google faria” - de Jeff Jarvis, “Ponto de Mutação” – de Fritjof Capra, e “A Cauda Longa” – de Chris Anderson.

 

11mai

Gente, eu tenho uma dúvida e preciso muito de ajuda. Como vocês sabem, o Sanduba aqui é um blog mais voltado para moda (roupas, acessórios, história da moda…), mas como muita gente pedia dicas de beleza, acabei fazendo esse espaço daqui. Definitivamente batons, makes e afins não são meu forte, mas sempre tem uma descoberta aqui e acolá que eu gostaria de dividir com vocês. Fora que ando lendo alguns livros sobre história da beleza e me encantei pelo assunto. Até rendeu esse post aqui sobre a Cleópatra.

Bom, a pergunta é: vocês gostaram dessa outra página? Preferem que os posts entrem direto aqui? Esporadicamente mesmo? O que a maioria decidir, está feito! ;)

Super tks pelo help!

Beijocas

Helozita

10mai

Vocês sabem como eu adoro a caixa de comentários aqui do Sanduba. Já disse isso em uma entrevista, mas repito: eu acho que lá tem tanta informação que me sinto pulando página de livro quando não consigo ler tudo. E foi numa dessas que nasceu esse post aqui que vou falar sobre um trabalho magnífico feito aqui no Maranhão com o couro da pescada amarela.

Vocês se lembram quando fui para Maringa- Paraná, à convite do Grupo Morena Rosa, e conheci o trabalho do couro de tilápia? Pois bem, as meninas do blog As Fashionistas fizeram um comentário me contando um pouco do trabalho de uma colega de trabalho delas, a Jacirene de Souza, que faz algo parecido com um material bem inusitado: a pescada amarela. Coincidências da vida, Jacirene e as blogueiras são aqui do Maranhão, então pude combinar um mini encontrinho para conhecer mais do projeto e compartilhar tudo aqui com vocês!

Imagine o seguinte: no mercado de peixes na cidade de São Luis, no Maranhão, cada pescador desperdiça em media 40 quilos de peixe por dia, por “barraca”. São cerca de 32 barracas na feira toda. Eu sou bem ruim de matemática, rsrs, mas essa conta tá fácil vai? Mais de uma tonelada de peixe por dia! Agora, imagina que isso pode ser transformado em fonte de renda para a população e em peças (belíssimas) de roupa?

Até aí, roupas bonitas, mas normais né? Vem comigo no zoom

Isso é pescada amarela transformada em couro! Lindo!!

Pescada amarela é um peixe super encontrado no litoral do Brasil e bem usado na nossa gastronomia. Apesar do nome, ele é branquinho-cinza-cor-de-peixe, tá? 100% dos pratos mais saborosos são feitos com carne de filet – que é a parte de dentro do peixe, por isso a pele costuma ficar bem intacta- e todo o resto do peixe acaba sendo descartado.  Foi constatando isso que Jacirene – instrutora do Senai-Maranhão e uma entusiasta no que diz respeito à pesquisas com curtume – teve a brilhante idéia de transformar esse desperdício em produto mais que rentável para a população. “Esse produto retirado do lixo permite a geração de renda e emprego, é eco-sustentável e inovador para o país”, contou Jaci, que já levou vários prêmios pelo projeto para casa. Em setembro, inclusive, é ela quem vai representar o Brasil na Feira Internacional de Invenções e Tecnologia, na China.

A pesquisa para transformar a escama do peixe em couro começou lá em 2005. A princípio, ela precisaria de dornas (tipo, galões gigantes) para conseguir fazer o tratamento adequado, mas como eles eram muito caros (cerca de 15 mil reais), e como a necessidade é a mãe da criatividade, lá se foi Jacirene usando a cuca e materiais alternativos para conseguir o tal feito. “Eu precisava criar um processo que pudesse ser facilmente aprendido pelos pescadores e pela população ribeirinha. Porque só assim o projeto faria realmente sentindo. Então, comecei a fazer todo o tratamento do peixe num tanque de lavar roupa. E deu certo!”.

Oi Jacirene! =)

O processo de tratamento – como a gente bem pode imaginar – é longo e tem cerca de 14 etapas. Selecionar o tamanho do peixe, separar a gordura da pele (a gordura é o que dá cheiro ruim, sabia? Por isso esse processo de extração tem que ser muito bem feitinho), hidratar a pele (porque o peixe fica várias horas jogado no gelo ali na feira, isso super seca a pele dele), e por aí vai. até se obter essa belezura daqui:

Tiras do couro da pescada amarela! O tingimento é feito com substâncias naturais! Por exemplo, para conseguir a cor azul, se usa a planta Onil, o vermelho, semente de Urucum, o preto, a nódoa do Pequi (quem tem tonalidade mais escura), para o amarelo, açafrão, e por aí vai…

O kilo da pele do peixe custa 60 centavos. Isso dá mais ou menos quatro dessas tiras, tá? Bom, para “curtir” cada uma delas, o custo é de R$ 5,23 por tira. A venda dela já colorida chega até a R$ 30.  4 peças dessas. Um belo lucro de quase 90% né minha gente? E o bacana é que essa reutilização do peixe pode gerar várias tipos de comércio: da pele do peixe, das tiras de couro e do produto final (roupas, acessórios e sapatos). Olha só que legal: quanto mais óleo você coloca nesse material na hora do tratamento, mais molinho fica! Tipo, se você quer um pedaço para colocar na roupa, mais óleo. Quer usar para fazer uma bolsa estruturada, menos óleo.

A fórmula para transformar a pele do peixe em couro ela já tem. Mas ainda falta a estrutura para conseguir implementar o projeto. “Ainda não comercializamos as peças porque não tenho um suporte perfeito. Usamos muitos produtos químicos, por exemplo, e não temos uma estação de tratamento adequada. Enquanto isso não estiver ok, não produziremos peça para o mercado em larga escala. Afinal, de nada adianta ajudar a população de um lado e a prejudicar de outro, não é mesmo?” Tá certa ela! Ah sim, em determinadas épocas do ano, o governo proíbe a pesca desse peixe (ele paga o salário dos pescadores para que eles não retirem nada dos rios e mares) por conta da piracema – quando os peixes estão se reproduzindo-, assim a espécie não corre risco de extinção. Essa proibição é por conta mesmo da gastronomia, mas acho que valia a pena contar.

Enfim, é isso gente! Achei o trabalho da Jaricene fantástico. Pela criatividade, pela força de vontade e pelo talento que nem se discute (além de todo tratamento do couro, ela ainda faz o molde das peças, costura e borda tudo!). Ela ainda está em busca de parceiros para colocar o projeto em prática, viu? E ela faz peças sob encomenda também (uma bela opção para um vestido de festa super exclusivo, não?). Quem se interessou pode mandar email no jacirenedesigner@hotmail.com ou ligar para (98) 8808 -9584.

Para terminar o post, gostaria de agradecer Flávia e Thaysa, do As Fashionistas, pelo primeiro comentário lá no post da Tilápia, por verem a minha resposta, responderem o email e permitirem que essa entrevista acontecesse! Essa caixola de comentários é importante mesmo! Leio mesmo tudinho que vocês escrevem e muitos, muitos posts saem de frases, palavras e, claro, sugestões de vocês! Vamos ficar com mais uma criação  de Jaci? =)

Novidade boa! O pessoal da emissora Imirante – filial da Rede Globo aqui do Maranhão – viu o post e se interessou muito pelo projeto! Já até entraram em contato com a Jaci, não é tudo? Super feliz!!!

09mai

Continuo em São Luis – nesse exato momento, para ser sincera, estou partindo para Barreirinhas para conhecer os famosos lençóis maranhenses!! – e ontem (domingo) tive o prazer de almoçar em um dos pontos mais importantes (e históricos, claro) da cidade: o Palácio dos Leões, construção belíssima feita pelos franceses há cerca de 400 anos (!!) super bem conservada, com mais de três mil metros de área construída e que funciona como sede administrativa e residencial para a família do governo do Estado. Quem vier a cidade, tem que ir até lá para conhecer essa maravilha! Ah, super obrigada para a fofa da @isabelamurad e toda a sua família linda que me receberam com tanto carinho nesse dia das mães!

Com um visual maravilhoso desses, tive que fazer look do dia, né?

“Mas Helô, bordado e preto para uma tarde de domingo no Maranhão?” Sim sim sim! Gosto da idéia de bordado para o dia, lembram? T’shirt basiquinha com bolso desestruturado da 1Dos (loja de camisetas super bacana), saia de algodão da 011, rasteirinha dourada New Order (adoro look preto e branco + ponto de dourado), colar Animale e bolsa bicolor Isabella Giobbi. ;)

09mai

No dia em que fui até a C&A para o lançamento da coleção da Gisele Bündchen fiz uma aquisição bem das despretensiosa que acabou me alegrando muito. Estava eu, linda e bela na fila do caixa para pagar minhas comprinhas quando me deparei com esses dois coraçõezitos naquelas prateleiras finais do “é agora ou nunca”:

Tinha gostado das estampas e do fato das caixinhas serem bem estruturadas, por isso, acabei arrematando duas sem pensar muito no que poderia fazer com elas depois. E daí que na hora de arrumar minha mala de viagem, não é que elas foram super funcionais?

O bom é que posso colocar na mala que despacho no avião sem medo de ser feliz, porque como ela é bem durinha, não corre o risco de quebrar ou amassar o que tem dentro. Para guardar acessórios em casa acho um pouco complicado (fica tudo meio misturado), mas para levar pra lá e pra cá, é perfeito! Elas devem ter mais um menos uns 4 centímetros de profundidade, o que significa? “Colares grandes são bem-vindos”. Hoho. Ah, sim, cada uma custou R$ 15,90. Indico!

Caixas para levar acessórios em viagem: estruturadas e fofas

 

08mai

“Ser profundamente amado por alguém nos dá força. Amar alguém profundamente nos dá coragem”.

Lao Tsé

* Especial pra minha mamy nesse dia que é todo dela! ;)