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Sorteio de um look festa pra vcs!

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Um jeito fácil de aderir a onda tribal

camafeu

Você vai querer um camafeu, sabia?

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verde com verde

28abr

Outro dia parei pra me perguntar por que é que a gente gosta tanto de looks de moda de rua. Claro, tem aquela coisa de vida real, de “podemos imitar”, mas… Tem que ter algo mais, não é mesmo? Porque se fosse só isso, a gente amaria qualquer passante estiloso que cruzasse com a gente ao longo do dia. E, vamos combinar, antes de Scott Schumann, Tommy Ton, ou Garance Doré, a gente nem parava para reparar…

Cheguei a conclusão que nosso amor vem mesmo é dessa beleza inesperada que surge a cada foto. Quando paramos para ver um desfile, por exemplo, a gene se prepara para aquilo: “Modelos lindas, magras, bem maquiadas a caminho. Podem vir”. Quando sentamos para ver um por do sol, a gente pensa: “Ok, lá vem um espetáculo”, mas não estamos preparados para uma imagem harmoniosa, interessante e que nos inspira assim, no meio da rua!

E a moda precisa de supresa, de encantamento para existir, não é mesmo?

Clique de Garance Doré pelo verão de Paris

A brasileiríssima Daiane Conterato no segundo post da história do Jak&Jil, de Tommy Ton – hoje fotógrafo oficial do site da Vogue USA, em setembro de 2008

A primeira foto de um look feminino postado por Scott Schumann, do The Sartorialist, postada em janeiro de 2006

E já que o assunto é moda de rua, eu não poderia deixar de falar de Bill Cunningham, o primeiro (verdadeiro) fotógrafo de moda de street style, ever! Esse ex aluno de Harvard – que chegou a servir o exército dos Estados Unidos -, se tornou referência quando o assunto é fotografia (em especial, moda de rua).

Nascido em 1928, Bill começou a vida profissional no Chicago Tribune onde, como escritor, fez diversas matérias sobre Azzedine Alaia e Jean Paul Gaultier, dando uma nova guinada ao jornalismo de moda norte americano já que, na época, não era tão comum dar ênfase às criações européias.  A vida dentro do jornalismo de moda (com suas respectivas festas, cocktails, lançamentos, desfiles etc e tals) começou a render cliques aqui e acolá, até que, em 1978, o Times decidiu publicar uma galeria de imagens – pela primeira vez sem a autorização da pessoa fotógrafada – que deu o que falar. Surgiu daí a On the Street do New York Times, colunas pilotadas por Bill há mais de 40 anos…

Acreditem: hoje, com mais de 80 aninhos, ele circula pelas semanas de moda (de bicicleta!) clicando celebridades, fashionistas, e estilosos por aí.

“A gente se veste para o Bill”, disse certa vez Anna Wintour… tá?

De tão fofo – e competente - ele acaba de ganhar um documentário chamado Bill Cunningham New York”, que teve estreia no final do mês passado, no Film Forum, em Nova York.

Ainda não consegui achar o video na íntegra, mas segue o trailer que é IMPERDÍVEL!

Não dá vontade de esmagar o Bill? Quero um vovô assim pra chamar de meu!

 

 

27abr

Recentemente tive o prazer de conhecer o trabalho da Vanessa Montoro e posso dizer que fiquei absolutamente encantada com a qualidade das peças em crochê e tricot que ela produz. Todas são feitas a mão, em quantidades pequenas – assim ninguém corre o risco de ver a amiga com o mesmo modelito por aí -, têm um ar romântico, bem feminino e,  irônicamente (coisa de quem sabe o que faz) nos deixam super sexy. Curiosidade: ela aprendeu a fazer crochê com a avó (fofo) e abriu a própria grife há cerca de cinco anos.

Olha só o charme do atelier da Vanessa, que fica nos Jardins, em São Paulo…

Diz que lá na Pré-História o crochê já era utilizado para a criação de roupas: no lugar de agulhas, dedos (!!). Não se sabe ao certo quem inventou esse tipo de costura, mas estudiosos garantem que há resquícios do crochê na China, Turquia, Africa e Europa. Ou seja? O negócio era bom! Rsrs Se for trabalhado com linhas e agulhas finas, o tecido fica aberto e mais delicado – bem parecido com a renda. Se forem utilizadas linhas e agulhas grossas, o tecido fica mais espesso e firme – este  é o mais conhecido! Fora que o universo do crochê é infinito: só variar agulhas e pontos e temos uma gama gigante de roupas. O interessante de uma peça assim, mais artesanal, é também que a gente foge das peças industriais, reproduzidas a exaustão.

Que tal um passeio pelo atelier?

“Fuçando nas araras”. Ah, essa calça de oncinha é aquela da Costume que vocês estavam perguntando! Uso absurdamente!

Para esse inverno, couro misturado aos crochês, que tal?

O bom é quem peças para todas as idades e tipos de corpo! Na esquerda, casaqueto tipo Chanel, mas com jeitinho bem brasileiro, na direita, vestido tomara que caia (com base reguladora por dentro, daquelas que deixa o vestido bem estruturado e certinho no corpo)

Por lá também: pretinhos nada básicos e maxi tricots

Todas as peças têm esse jeito meio internacional,urbano, mas ao mesmo tempo são independentes de tendência e modismo, sabe como? São power-vestidos, daqueles que a gente compra para a vida – custam a partir de R$ 2 mil mais ou menos. Os modelos com couro saem por R$3.300. Ah, essa semana tem desfile das peças novas da Vanessa! Uhu, mas o trabalho dela é tão lindo, mas tão lindo, que merece post antes, durante e depois! Hoho. Ok, o durante fica por conta do twitter (já segue? Só clicar aqui).

Para quem se interessou, vale agendar uma visita ao atelier – e não precisa ser necessariamente pra comprar. Pode ser só pra conhecer o lugar, as roupas, okok?… O telefone é o (11)  3057-2412. Mais infos, aqui!

26abr

Post express só pra dividir uma curiosidade com vocês! Hoho. Eu era toda interessada em saber o nome do couro das bolsas da Bottega Veneta (porque nem só de matelassê vive o mundo) e fiquei bem feliz quando achei essa página aqui do livro “Malas – O poder de um acessório”, de Anna Johnson.

Bottega é uma marca italiana criada em 1966 que sempre teve como filosofia criar bolsas com carinha artesanal, mais discretas, sem nunca colocar um logo “gritando” nas peças. Na década de 1970, aliás, eles criaram uma ótima campanha que dizia “When your own initials are enough”, algo como “As iniciais do seu nome já são suficientes”. Fantástico, né?!  Pois eu acho bem impossível não se interessar por algo assim, tão independente. Foi seguindo essa linha de “é coisa nossa” que eles desenvolveram essa forma de entrelaçar o couro, chamado de Interciatto, que acabou virando marca registrada e aguçou minha curiosidade como contei ali no começo do post… Se alguém aqui está pensando em adquirir uma power bolsa, fica a sugestão.

26abr

Taí uma tendência que não dá pra negar (ou deixar de enxergar- literalmente): o colour blocking! Que na tradução ao pé da letra, seria algo como “a cor que obstruiu a outra” ou algo como “briga de cores”, tipo: “Que tom vai chamar mais atenção no meu visual”, sabe como?

Essa onda de misturar várias cores vibrantes no mesmo look é bem interessante por dois motivos bem especiais:

1) Sempre que a gente fala em acrescentar informação na hora de se vestir (no caso, acrescentando cores), a gente está falando de exercício de moda, já que quanto mais a gente “cria” nessa hora, mais estamos exercitando nosso estilo pessoal…

2) Se quando o assunto é um visual clean, sem muitos excessos, a gente aposta no branco, no preto, nos nudes e em tecidos super nobres, na hora de colorir o look, a gente pode abusar de materias nem tão “importantes” assim, porque a informaçao toda está na cor! Isso significa que é uma tendência ao alcance de todos! (Não tô dizendo que a gente tem que sair por aí embrulhada em papel bolha, nem que a gente deva comprar roupas mal feitas, okok?). Só que é um jeito mais fácil de embarcar!

Mas, voltando, vamos as dicas práticas, que acho que é o que vocês mais gostam, né? Hoho

- Misture cores da mesma família! Quanto mais “perto” elas estiverem nessa roda de cores, mais fácil de acertar a combinação. Vamos chamar essas cores de irmãs, pode ser? Ah, variações do mesmo tema também super funcionam (tipo, diferentes tons da mesma cor), porque é como se o nosso leque ficasse maior, né?

Exemplos:

(1) Diferentes tons de verde

(2) Verde com azul (detalhe do roxo no colete, seguindo as cores uma do ladinho da outra da nossa roda das cores)

(3) Rosa com vermelho (e camisa vermelha por dentro)

(4) Vermelho com laranja!

- Se quiser arriscar em combinações mais ousadas, a dica é misturar cores opostas da roda de cores! Para começar, look com dois tons predominantes:

Exemplos:

(1) Laranja e azul

(2) Pink e verde

(3) Verde e vermelho

(4) Azul cobalto e amarelo

Essas cores opostas são bem marcantes, por isso são muito usadas nas bandeiras!

 

- Se quiser usar três peças ou mais, duas devem ser irmãs (uma do lado da outra) e a outra oposta!

Exemplos:

(1) Rosa e roxo (irmãs) + bolsa verde

(2) Verde e amarelo (irmãs) + rosa

(3) Vermelho e roxo (quase irmãs, tipo primas! haha) e azul

(4) Roxo e rosa (irmãs) + laranja

- Também dá pra usar três peças, cada uma com uma cor, sem nenhuma ser irmã! É só imaginar um triângulo dentro da nossa querida roda das cores, cada ponta indica uma cor. Elas não deixam de ser “quase” opostas, mas nunca conta que divide por três, não por dois…

Exemplos: (Imaginem esse triângulo girando, tá?)

(1) Calça pantalona laranja, sobretudo azul e camisa rosa – com bolsa neutra e sapato preto para equilibrar

(2) Brincadeira de cores opostas nos acessórios: sapato azul, bolsa rosa e calça laranja. Jaqueta preta para equilibrar

(3) Calça vermelha, bolsa amarela, blusa azul e blazer branco equilibrar

(4) Saia rosa, meia laranja, colete azul e… sobretudo camelo para… equilibrar! Hoho

Ufa! Gente, deu pra entender? Tentei fazer o mais didático possível, mas é uma “matemática” bem louca que eu mesma inventei vendo desfiles e fotos de moda de rua! De verdade, acho que pode ajudar na hora do aperto. Claro que nenhuma regra supera a inspiração, mas quis fazer esse post para quem anda com vontade de se  aventurar, mas morria de medo de errar… Pode servir como um mini manual! Depois de ler o post, reveja olhando apenas as imagens! Não é legal como parece que os visuais vão ficando gradativamente mais “carregados”?

Ah, agora dicas mais gerais:

- Se a roupa é colorida, os sapatos são neutros!


- A combinação de cores, claro, é super importante. Mas, como temos uma imagem forte de banda Restart quando o assunto é roupa colorida (assim, mais esporte) é mais fácil de ficar chique com peças coloridas em alfaiataria! Como camisa social, calça pantalona, blazer… do que com calça jeans e tênis! Olha só a diferença:

E na dúvida, suba no salto!

 

 

24abr

Há dois mil anos, um Homem veio ao mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria.
Sua proposta de vida não foi entendida por muitos e então, condenaram este Homem e crucificaram-no, ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor. Por três dias, o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, até que no terceiro dia algo aconteceu…Houve a ressurreição!

A Páscoa existe para nos lembrar deste espetáculo inigualável chamado ressurreição.
Ressurreição do sorriso…
Ressurreição da alegria de viver…
Ressurreição do amor…
Ressurreição da amizade…
Ressurreição da vontade de ser feliz…

Ressurreição dos sonhos, das lembranças e de uma verdade que está acima dos ovos de chocolate ou até dos coelhinhos: Jesus morreu, mas ressuscitou e fez isso somente para nos ensinar a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações.

Que esta seja a verdade da sua Páscoa!!

21abr

Post do jeitinho que vocês gostam: cheio de looks!

Semana passada rolou um almoço delícia no restaurante Nonno Ruggero, do Shopping Cidade Jardim, em torno do lançamento do editorial virtual do inverno da Isabella Giobbi, feito em parceria com algumas meninas do F* Hits. (Clica aqui pra ver, tá bem lindo!!). Estava bem quente no dia, então vale ainda como look de verão! Espero que gostem!

PÉ COLORIDO

Pra começar, look de Cris Tamer, do Bettys, Carol Quinteiro – o macacão dela é da Isabella Giobbi – também, usei um parecido aqui, lembram? – e Euzita! Todos com sapato de camurça colorido. Aliás, acho que esse material vai estar bem presente nos nossos sapatos de inverno, e investir em modelos alegres (vermelho, azul royal, verde) é uma forma de atualizar o visual. O meu modelo é de uma marca que conheci nessa última viagem para Fortaleza chamada Guapa Loca. Indico!

SEGURA O COLAR

Thais, Carol e Daniela investiram em colares para finalizar o look: com camisa de seda (mais formal), corpete (mais feminina) ou com mariniére – essa blusa com listras – (mais esportiva), todas coordenaram o acessório super bem: o da Thais acompanha a linha da blusa, o da Carol é mais “rente” ao pescoço para não brigar com o decote, já o de Dani é mais comprido para dar aquela alongada, já que a blusa é listrada na horizontal.

PRETINHO (NADA) BÁSICO

Alice Ferraz, Alessandra e Betina escolheram o sapato preto para o almoço, todos com “carinha” envernizada, super inverno 2011! Três modelos, aliás, bem diferentes entre si e que podem ser usados para expressar nossas personalidades  - afinal, a moda é está aí pra isso mesmo! A plataforma aberta de Alice coordena super bem com moças modernas e estilosas. A ankle de bico fino de Alê pode calçar pezinhos femininos e poderosos, já a sandália de salto-fino-nada-óbvia de Betina (por conta das tiras de couro entrelaçadas) funciona perfeitamente em looks clássicos com uma pitada mais arrojada.

JEANS 4EVER

Jeans é tão legal! Ainda mais quando a gente não usa a peça por obrigação, sabe? Tipo, “Ah, não sei o que usar então vai ele mesmo”, mas sim por escolha! Alê e Ana optaram por combinar a peça com blusa de seda com bordados (blusa de seda tá bombando, hein, gente!), já Maricota foi lindona de transparência. Um jeito bem rico de usar jeans sem ser naquela velha equação com “camisa branca de algodão + colarzão”, né? Ah, aqui tem post com sugestões de como usar jeans no trabalho.

MELHOR AMIGO

Os vestidos estampados de Bia, Sophia e Julie também são pura inspiração! Cada um com detalhe bem fofo: o da Bia tem a gola japonesa, o de Sophia é enviesado e deixa a silhueta super feminina, e o de Julie tem a manga arredondada (bem do jeitinho que o pessoal anda fazendo gola falsa, já viram)?

BRILHO PRÓPRIO

Para terminar, look de Paula Martins, Isabella Giobbi, e Tatiana Pilão, todas trabalhadas em peças luminosas! A Paula foi de cardigan de paetê dourado, Isabella investiu na linda saia “bronze”, e Tatiana no couro envernizado, que deixa a calça com uma luz meio que própria, né? Para balancear o visual, cada uma usou um truque bem bom: Paula combinou brilho com calça de alfaiataria e blusa branca (clássico dos clássicos), Isabella colocou cor para equilibrar o brilho, já Tatiana optou pela tradicional blusa de algodão. Lindas!!!

19abr

Taí, um material que eu jamais achei que fosse desejar: couro de tilápia!

Tendência: couro de tilápia!

Em meu passeio pela fábrica da Morena Rosa, em Cianorte, fiquei boba quando o pessoal da criação me mostrou algumas tiras do material que vão estar nas peças do próximo verão. A Tilápia é um peixe de água doce super usado na gastronomia do Paraná (e de outras cidades, claro) e, até então, todo o couro do cardume era jogado fora depois da retirada da parte que comemos. Como o couro é bem macio e branco – quase transparente – ele é bem maleável e “aceita” tintura numa boa! Fora que é bem mais baratinho do que usar pele de cobra (a textura é super semelhante!).

Zoom nele!

Couro de tilápia pintado de verde! (!!!)

Como o peixe é relativamente pequeno, não dá pra fazer graaaandes tiras de roupas, então as peças tem que ser remendadas mesmo. (Nada que tire o seu charme, viu!). Por isso, a princípio, o pessoal da criação está inserindo o material nos detalhes da peças, como nessa alça de vestido, ó:

Achei incrível! Uma textura sempre cai bem na malharia, no algodão, na seda, porque acrescenta informação ao look, deixando tudo bem mais interessante!

•E vocês meninas, conhecem algum outro material assim, surpreendente?

Achei fenomenal a colaboração da Larissa Prudente! Por isso, vou atualizar o post com as infos dela, tá?

“Oi Helô,

Ano passado pesquisei alguns tecidos sustentáveis para a nossa coleção de inverno e descobri o couro de tilápia no site da e-fabrics, iniciativa do Oskar Metzavath para o desenvolvimento de materiais ecofriendly. Olha o que diz sobre ele

O couro de tilápia, ao invés de ser descartado após a separação do filé do peixe para o consumo humano é aproveitado, oferecendo ao mercado da moda um material de excelente estética e qualidade: tem uma resistência maior que a do couro bovino, embora seja mais fino e macio. Material versátil, é inodoro e resiste ao ataque de microorganismos, durando indefinidamente.

No ramo coureiro o material orgânico é designado “bio leather”, couro orgânico, cromo “free” e linha branca.

Além da tilápia, o dourado, o salmão, a pescada amarela e a rã são usados para produzir couros para confecção!

Beijos,

Larissa”


 

18abr

Tem um livro que eu gosto muito: As espirais da moda, de François Vincent-Ricard, que conta um pouco sobre como foi essa transformação do consumo de alta costura, para o prêt-a-porter e assim por diante em escala mais industrial. Tudo devidamente ilustrado com estilistas, profissionais e nomes que fizeram acontecer na moda ao longo dos anos.

Bom, um pensamento bem sábio do livro dá conta de que a moda não é um círculo vicioso – contrariando o clichê fashion que sempre dá conta de que “tudo é cópia do passado”, “já vi isso antes”, “ah, na minha época já usei muito”, – mais sim uma grande espiral, que gira em torno de um ponto central (no caso, a roupa),  se afastando ou se aproximando dele, dependendo do sentido em que se percorre a curva. Isso significa que a gente não volta sempre para o mesmo ponto, sabe? Mas ao contrário, seguimos em frente e, esbarrando, aqui e acolá, com criações do passado… Sempre buscando referências para criar algo que se enquadre ano nosso momento no universo…

Querem ver?

Império Bizantino, Grécia e Egito…


(1)Sapatilha Lanvin, Inverno 2011 – US$675 no Net-a-Porter

(2) Sapatilha Carrano, Inverno 2011 – R$ 179, no Dafiti

Século XIV…


(1) Valentino – US$ 1,175

(2) Chloé - US$ 490

Século XV…

(1) Chloé - US$ 796

(2) Corello (foto do blogdamariah) – R$ 299 no tel.:(11) 3063-5292

Século XVII…

(1) Brian Atwood – US$ 490

(2) Santa Lolla, inverno 2011 – R$ 209,90, lojas aqui…

Século XVIII…

(1) Sandália Paula Torres – R$ 339, no Luxe Street

(2) Sapato de couro Le Lis, – R$ 459,50, no e-commerce da marca

Século XIX…

(1) Lanvin, – US$ 435, no Net a porter

(2) Santa Lolla, – mocassim de camurça – R$ 229,90

Século XX…

(1) Assandalhado de couro Corello

(2) Assandalhado Sigerson Morrison, no Net a Porter por US$ 450

Mais século XX…

(1) Abotinado com cadarço, inverno 2011 da  Corello

(2) Sandália kitten-heel da DKNY

Todas as ilustrações são do livro “História da Moda de A a Z”, de Maria Catellani
18abr

Estava aqui pensando o que ia postar sobre Páscoa no Sanduba! Porque, né, não dá pra passar em branco uma data tão especial assim. Aí me lembrei do mimo que a Chris Antunes, do Candy Pop, me mandaram há alguns meses: chocolate em potinho customizado! Deveria ter postado antes, eu sei, mas antes tarde do que nunca, né?

O meu kit veio com brigadeiro no potinho, brigadeiro no tubinho, cookies e cookies recheados, mas dá pra montar o “pacote” à vontade

Olha que fofura!

Na cartinha que veio junto com as guloseimas, a Chris contou que faz tudo 24h antes de entregar ao cliente, assim o chocolate fica bem mais fresquinho.

Os preços:

Tubinho: a partir de R$ 4 (já personalizado).

Potinho: R$ 4,50 (já pronto, personalizado e com tecido. O de oncinha, claro, foimeu favorito! Hoho).

Cookies: R$ 8 (o pacote com três).

Entrega em todo o Brasil!

As encomendas podem ser feitas pelo email candypopcontato@gmail.com ou pelo tel.: (11) 9140 – 0619

Pra gente que adora algo personalizado, fica a dica do presente de Páscoa e sugestão para outros eventos!

17abr

O pensamento solto de domingo dessa semana vai precisar da ajuda de você, tá?

Bom, minha passagem pelo Dragão Fashion foi tão rapidinha (snif) queria ter ficado mais dias para poder ter aproveitado melhor, mas, quem sabe na próxima temporada, né?

Mas, pra terminar essa cobertura quase que relâmpago, queria contar um poquinho sobre um detalhe que super chamou minha atenção por lá: logo na entrada do Centro de Convenções de Fortaleza, onde acontece o Dragão Fashion, tem uma  instalação bem divertida e interativa: folhetos soltos, pendurados por uma cordinha, (como a literatura de cordel, disposta nas feiras do nordeste, daí o nome) onde o pessoal pode falar o que acha de moda, design, criatividade…

Quase como se fosse um bate papo, meio que no clima daquele filme da Sandra Bullock com o Keanu Reeves onde as pessoas se escrevem mas não se encontram! Hoho (viajando na batatinha). Achei a idéia bem genial, porque, às vezes, a gente fica tão preocupado em consumir moda, que acaba esquecendo de pensar a moda…

Lápis nas mãos de vocês! (Ou, no caso, dedinhos no teclado). Me digam: moda é….