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Sorteio de um look festa pra vcs!

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Um jeito fácil de aderir a onda tribal

camafeu

Você vai querer um camafeu, sabia?

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verde com verde

30nov

Seguindo minha viagem pelo Nordeste, sai de Belém e fui direto para São Luis, no Maranhão, (cidade muito estimada por essa blogueira que vos fala). Fui comemorar o aniversário de uma amiga querida (parabéns @raf_albuquerque) e aproveitei para conhecer o município de Raposa, famosa por suas tradicionais bordadeiros. Por lá, é possível encontrar rendas da melhor qualidade: de BilroRichelieu, renda de Filé e a famosa (e super trabalhada) Renascença.

Ruas de Raposa, no Maranhão

#ventania #manegarrincha

A cidade tem cerca de 22 mil habitantes e a maioria vive da pesca ou da produção de rendas. Na Rua Principal, praticamente todas as casas (de palafita) funcional como ateliês e, ao mesmo tempo, pontos de venda de toalhas, roupas, bolsas, colchas e tantas outras peças, todas feitas a mão, pelas bordadeiras da região.

Os tipos de renda da Raposa:

RENASCENÇA: A renda renascença é a mais “delicada” de todas. Diz que foi “inventada” na Veneza do século XVI, e ganhou o amor das moças logo de cara por ser ser um bordado bem marcante e ao mesmo tempo, suave. É feita com linhas de seda, linho, algodão e até ouro! Para formar o desenho, normalmente é usado um molde, feito naquele papel manteiga (fixado em uma almofada). Em Raposa, um colete de renda Renascença custa cerca de R$ 150.

RICHELIEU: Esse tipo de trabalho é mais famoso quando as peças em questão são toalhas de mesa, suplax, e coisitchas para casa. Ela lembra um crochê bem fino. É feita apoiada numa tela e tem os motivos super delicados. Ah, sim: quanto mais borado na peça, mais cara. Uma toalha de mesa pode variar entre R$ 80 a R$ 600 reais, dependendo do trabalho da peça.

RENDA DE FILÊ: Uma das que acho mais lindas ever! É aquela com o ponto mais aberto, sabe? Que a roupa fica praticamente “furada”. Parece uma rede de pesca. Na maior parte das vezes as pessoas acham que essa renda pode funcionar apenas com looks de praia, mas eu acho uma dignidade só, por exemplo, um vestido nesse material com uma combinação por baixo. Um vestido sai por R$ 80, uma blusa por cerca de R$ 40.

RENDA DE BILRO: A mais famosa de Raposa, é aquela com o ponto mais “apertado”. O mais incrível é que o ponto é feito meio que no ar, em cima de uma almofada cilíndrica, com as linhas presas através de alfinetes. O preço de um vestido, por exemplo, fica em torno de R$ 70.

Como essa renda é a mais “conhecida”da região, fui atrás de uma bordadeira para ter uma idéia de como era feito esse trabalho. Bom, imaginem: era sábado, hora do almoço e o pessoal estava mais interessado em dar aquela relaxada do que trabalhar (hoho), mas pedi a Thais (uma menina de 14 anos que faz essa renda desde os 5!!) que mostrasse um pouco como funcionava a “brincadeira”. Como vocês podem ver no vídeo, ela não ficou assim muito animada com o meu pedido, mas dá para ter uma noção da trabalheira! Só apertar o play….

+ Quem for visitar os Lençóis Maranhenses, super vale esticar o roteiro até Raposa, viu! 

28nov

Depois de Gramado, no Rio Grande do Sul, parti para Belém – a convite da multimarcas Matrioska – para um encontrinho com as leitoras do Norte do país. A cidade é super quente durante a maior parte do ano e, por isso, o assunto girou bastante em torno de looks para o calor! Que tal anotar as conclusões da “turma”? Super vale para uma mala de viagem também, hein! ;)

+ O calor não é desculpa para sair desarrumada. Se a escolha são rasteirinhas, escolha modelos diferenciados: com pedrarias, aplicações…

+ Tecidos natutrais sempre! Esqueça o poliéster e a viscolycra. Algodão e seda são as melhores opções. Ah, o linho, apesar de ser natural, não é um dos mais indicados: deixa o look com zero dignidade em apenas poucas horas….

+ Invista em vestidos e saias (as calças jeans não são muito queridinhas, apenas para viagens ou ambientes com muito ar condicionado).

+ Quando o assunto é acessório, as pulseiras são o hit da temporada! Esmaltadas, com pingentes, com argolas. O negócio é misturar mesmo. A maioria das meninas (assim como eu) não é muito fã de pulseiras estruturadas para o trabalho (pode machucar o braço na hora de usar o computador). Fora que não dá pra ser feliz com algo assim “duro” com o sol a pino.

+ Esqueça botas.

Bloggers &  leitoras

Foto: LKBK

Queria agradecer muito ao carinho das meninas/bloggers/leitoras que estiveram presentes ao avento and passeio turístico and jantarzinho delícia! Fiquei encantada com a cidade e mais ainda com o carinho das pessoas que moram nela! Super obrigado também à Camila, da Matrioska, que permitiu esse encontro! A loja é linda e eu mega recomendo a visita e as comprinhas =)

27nov

Não é raro encontrar cópias de grandes homens. E, como acontece com os quadros, a maior parte das pessoas parece mais interessada nas cópias do que nos originais.

Ser autêntico na vida envolve dizer o que ninguém espera escutar. Existe uma história que ilustra bem essa questão. Pediu-se a alguns estudantes que elegessem as Sete Maravilhas do mundo atual. Enquanto os votos eram apurados, a professora percebeu que uma jovem calada ainda não havia mostrado o que escrevia e por isso perguntou se ela estava com problemas para completar a lista.

- Estou – respondeu. – Não consigo me decidir. São tantas!

- Bem, então leia o que já escreveu e talvez possamos ajudá-la – disse a professora.

A menina hesitou antes de responder:

- Acho que as Sete Maravilhas do mundo são: ver, ouvir, tocar, provar, sentir, rir e amar.

A sala de aula ficou em silêncio. A verdade é que nunca pensamos nessas coisas tão simples e corriqueiras da vida como as maravilhas que verdadeiramente são.

Allan Percy, em Nietzsche para estressados

26nov

Meninas, já comentei uma vez aqui no blog sobre o Gravatar, um programa que coloquei nos comentários dos posts, onde é possível ver o rosto de cada uma das leitoras!!

É muito gostoso saber a carinha de cada uma, acho que fica mais interessante de continuar a conversa do post e – o mais legal – vocês também passam a se conhecer melhor, né? Tenho percebido muitas novas comentadoras, então achei legal falar do Gravatar novamente! É super fácil: login, foto e voilá! O bate-papo fica mais pessoal e o babado muito mais interessante.

Pra gente se conhecer melhor! 

24nov

 Depois do look com saia laranja em festa chique, nesta semana o Desafio Vanish me colocou para encarar um evento com dress code mais rigido: um cocktail fino. O que acaba pedindo uma sandália mais delicada, uma blusa de seda… Acho que nessas horas vale apostar na combinação com o clássico preto, concordam?

 Espero que gostem! Faltam só mais dois looks, snif snif…

A blusa de seda é Daslu, o colar foi comprado pelas lojinhas do Leblon, no Rio, bolsa Salvatore Ferragamo, sandália Fendi e o anel Duza. ;)

Lembrando que  quem também quiser participar do desafio, é só clicar na página do Facebook de Vanish para concorrer a R$ 5 mil em compras (com consultoria minha!) e um ano de produtos Vanish for free!

Quer mais?

+ aqui tem look com saia laranja para ir para a balada…

+ aqui tem look com saia laranja para um dia de trabalho…

+ aqui tem look com saia laranja para um jantar romântico

+ aqui tem look com saia laranja para viajar…

+ aqui tem look com saia laranja para passeio no parque….

+ aqui tem look com saia laranja durante semana de moda…

+ aqui tem look com saia laranja para encontrar as amigas para um almoço

+ aqui tem saia laranja na praia…

+ aqui tem saia laranja em evento diurno 

+ aqui tem saia laranja em reunião de trabalho

+ aqui tem look com saia laranja para um cocktail

+ aqui tem look do dia para uma tarde de compras

+ aqui tem look com saia laranja para uma festa chique

24nov

Toda marca tem seu estilo próprio, sua identidade, mas acho que hoje em dia todas querem desenvolver peças com informação de moda. Seja com referências mil, com coleções temáticas, com pesquisas em cidades-radar da moda (tipo Paris, Milão, NY e Londres)…

Eu gosto bastante de ler release (um texto informativo que, no caso das feiras, conta um pouco das inspirações para a coleção, os materiais mais usados, as cores que são aposta), e me joguei belíssima nos que foram distribuídos na Zero Grau, em Gramado, tipo lição de casa mesmo. Porque captar tendência com o meu olhar é legal, mas é super válido parar e ouvir o que a marca quis mostrar/dizer (nem sempre uma bate com a outra). E, posso falar, não teve um release que não tinha a palavra: conforto! Dava até para brincar de onde está o Wally. As vezes demorava, mas a tal da palavra-mágica sempre estava lá. E é mágica mesmo: quando nós sentimos bém (principalmente com o sapato), a gente sorri, se sente mais leve, mais segura e, consequentemente, mais bonita!

Olhei vários stands à procura de um fabricante que tivesse esse foco e acabei descobrindo a Malu (marca bebezinha ainda, dois anos) mas que está fazendo um trabalho super bacana pelo bem estar nos nossos pézitos.

Bati um papo com a estilista da marca, e ela fez um top 4 do que a gente sempre deve prestar atenção na hora de uma compra! Só apertar o play!

Me desculpem ter falado Zero Hora no lugar de Zero Grau! Jornalista, né? Foquei no nome do jornal…Rsrs

E, como sei que muita gente lê o blog no trabalho (e ninguém quer ouvir shiiiiu do colega da mesa ao lado), vale colocar as dicas em imagem, né?

Dicas para comprar um sapato confortável

1) FLEXIBILIDADE : Um dos principais pontos é ver se o sapato é flexível – porque ele tem que acompanhar o movimento do pé. Quanto mais duro, mais força a gente vai ter que fazer para andar…

2) SOLADO: Um outro ponto chave é o tipo de solado do calçado. Essas “riscas” da foto, funcionam como anti derrapante. É melhor do que um solado inteiro liso…

3) PALMILHA: Quando mais fofa, melhor! Bolhas, acolchadas, tudo funciona para diminuir o contato do pé com a parte “dura do sapato”. Lembrem sempre de apalpar, apertar…

4) ACOLCHOADDO: Nunca tinha reparado nessa “bordinha” interna do sapato e como pode fazer diferença no sapato. Esse acolchoado impede o atrito do calcanhar com o material do sapato (um lugar que tem muita fricção por conta do movimento do pé). Alguns sapatos vem sem isso, fiquem de olho!

MALU: Rua Rudolfo Behne, 166, Lindolfo Collor, Rio Grande do Sul. Tel.: (51) 3552-2500; (51) 9364-9565

24nov

Não é fora do comum comprar sapatos que tenham o mesmo material de uma roupa: cetim, camurça, tafetá… Tem gente que até manda forrar o calçado com o mesmo tecido, não é mesmo? Pois então: e se o queridinho do inverno é a lã, por que não adaptar a tendência aos calçados?

Alguns modelos que encontrei pela feira de calçados Zero Grau:

O legal dessa tendência é que o sapato ganha um outro destaque, não precisando ter um salto super alto, ou plataforma embutida. Imaginei sapatilhas com essa intenção e acho que ficaria bem digno. Ah, também vale procurar sapatos com tecido mais “pesado”, como esse que imita brocado na foto (em bronze). Os sapatos ficam na faixa dos R$ 150/ 200.

Para quem mora em regiões mais quentes, não é necessário comprar um sapato feito mesmo de lã. Vale apostar em estampas invernais, tipo xadrez, pied-de-poule…

KRAUSE: Rua Adolfo Schaefer, 183, Bom Pastor, Rio Grande do Sul. Tel: (51) 3545-1727. E-mail: krause@krause-rs.com.br

DIVALESI: Rua 7 de setembro, 1203, Bairro Sander, Três Coroas, Rio Grande Sul. Tel. (51) 3546-1651

23nov

Mais uma novidade do F*Hits: uma batalha de looks da Marisa! Funciona assim: a cada semana, 4 blogueiras da rede vão montar produções de até R$ 100 com peças da loja. No final dessa disputa, a mais votada leva para casa um voucher de R$ 300 para ela e outro para uma leitora sortuda (!!).

Na última semana, acontece a disputa entre os looks vencedores das quatro semanas, a vencedora desta etapa ganha uma viagem para Paris, Nova York ou Milão (a escolha) e mais um voucher de R$ 500 para sortear entre as leitoras!

Olha só o meu look:

Quem vota em mim? =))

Escolhi um look preto e branco para o dia-a-dia: calça jeans skinny (dobrei a barra para ficar mais casual) e t’shirt com mensagem divertida (Maybe I’m dreaming…).

Quem também está participando essa semana? Juliana Ali, Barbara Resende, Cris Francini e Paula Martins! Cliquem para fazer valer a opinião de vocês, girls! ;)  

22nov

No final de semana vim para o Rio Grande do Sul, ou melhor, Gramado, por um motivo bem especial: conhecer a primeira edição da Zero Grau, um salão de calçados e acessórios para o inverno de 2012 que está rolando na cidade. São cerca de 300 marcas expondo suas apostas para o próximo friozinho para mais de 900 lojistas, além de representantes da Bolívia, Chile, Equador, Peru, Uruguai, Panamá e Venezuela. Calçado para dar e vender (literalmente!). De acordo com a assesoria da feira, por aqui, vão ser negociados cerca de 80 milhões de pares de sapatos. Isso é quase 40% de toda produção dos sapatos de inverno no ano de 2011 no Brasil (!!) #centopeiafeelings

Essas feiras não são direcionadas para o público final (tipo eu, vocês leitoras consumidoras), mas é bem interessante porque é aqui que começam as “compras” que vão chegar aos nossos shoppings/lojas favoritas. Fora que é uma loucura pensar na quantidade de sapato que é produzida aqui no Brasil! Olha só alguns números anuais…

Haja sapato!

Fonte: Brazilian Footwear

Como nosso país é muito grande, existem vários polos de produção, alguns com maior destaque, como o Estado do Ceará (Nordeste), as cidades de Jaú, Franca e Birigui (Estado de São Paulo), Belo Horizonte (em Minas Gerais) e os vales dos Sinos e Paranhana (Rio Grande do Sul). A América do Sul é nossa principal consumidora (cerca de 53 milhões de sapatos por ano!); já a Europa fica em segundo lugar (foram 35 milhões de pares importados do Brasil); seguida bem de perto pela América do Norte (34 milhões de sapatos). Mas também tem gente consumindo sapato tupiniquim na África (4 milhões), Ásia (6 milhões), Oriente Médio (5 milhões) e Oceania (4 milhões).

Agora, o babado: sabe essa história de que o Brasil está perdendo mercado para a China? Pois é, a indústria calçadista brasileiro é uma das áreas que está super sofrendo com isso. Só que tem um porém: a gente não compete em preço com nossos concorrentes orientais (a produção aqui no Brasil também sabe baratear), então, como se sobressair? Investindo em qualidade, design e conforto.

Por que assim: a maioria dos expositores da feira Zero Hora não tem problemas com vendas. Mas, para manter os números altos (… e assim como tudo na vida) temos que evoluir. Visitei vários stands e ouvi muita gente falando em investimento de marketing, em novos négócios com parcerias em mídia social, e-commerce, contratação de modelos de campanha mais famosas, na busca de stylists renomados para o desenvolvimento de coleções e um monte de coisa legal que só vai fazer o Brasil crescer. Massa, né?

Mais sapato interessante e mais consumidora feliz! =)

Ensaio com peças do inverno 2012 do jornal Exclusivo

Um exemplo disso é o novo foco dos jornais da região: no lugar de imagens em still (aquelas com fundo branco), lindos editoriais de moda! Porque a gente não quer só consumir produto, a gente quer mesmo é lifestyle!

21nov

Vocês estão cansadas de saber que sou super fã do norte (and nordeste) desse nosso Brasil, né?! Por isso, estou super feliz de contar que vai rolar encontrinho com as leitora de Belém essa semana =)

Todas as leitoras estão convidadas! Nos vemos lá, hein?